08/mar 2012

O Ecad vai mesmo cobrar direitos autorais dos blogs?

Desde o começo da semana não se fala em outra coisa na internet: o Ecad resolveu cobrar direitos autorais de blogs que insiram vídeos do YouTube em suas postagens. Blogs como A Leitora e Caligraffiti receberam uma fatura do órgão, no valor de R$ 352,00, referente à publicação de vídeos do YouTube contendo músicas detentoras de direitos autorais.

Fiquei sabendo da notícia através da Sharon, que me avisou por e-mail, mas logo vi muita gente comentando, com muita revolta, o caso. Há quem queira retirar todos os vídeos que tem em seu blog, para evitar receber também uma cobrança, há quem já esteja procurando advogado para contestar a cobrança. Mas o que há, mesmo, é muita apreensão e falta de conhecimento.

Afinal, o que é o Ecad?
O Ecad, Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais, é um órgão privado, autorizado por lei a cobrar e distribuir os direitos autorais pelo uso público de músicas. Em teoria, a coisa funciona assim: toda vez que alguém executa publicamente uma música, pelo meio que for, tem que pagar pelo uso daquela música ao seu autor, proprietário dos direitos autorais sobre ela. Quer ter uma ideia da abragência da coisa? Sabe aquele singelo “Para a você” que todo mundo canta em festinhas de aniversário? Pois a canção é protegida por direitos autorais e toda vez que alguém a executa publicamente (em um clube, bar ou boate, por exemplo), tem que pagar ao Ecad pelo uso da mesma. “Sério?”, você me pergunta. Muito sério! Tanto que a música é a que mais arrecada direitos autorais no Brasil: o Ecad recebe mais de R$ 800 mil por ano. É um presente de aniversário e tanto, não é não?

Mas de quem o Ecad cobra? E para quem vai o dinheiro?
Essa pergunta é boa. Em tese, todo mundo que  executa músicas protegidas por direitos autorais tem que pagar ao Ecad. Assim, qualquer pessoa que produza uma festa em que haja música (ao vivo ou gravada), todo músico que faça shows, as rádios e TVs e até os médicos que mantêm o rádio ou a TV ligados em sua sala de espera devem pagar ao Ecad pelos direitos sobre as músicas executadas.
O dinheiro arrecadado pelo Ecad é dividido em duas fatias. Uma de 18% fica com o próprio órgão que, apesar de não ter fins lucrativos, usa o recurso para manter sua estrutura. O resto do valor arrecadado deve ser distribuído aos autores das canções executadas publicamente e que motivaram a cobrança pelo Ecad. Os produtores de eventos e emissoras de rádio devem passar ao Ecad a lista das músicas executadas, para a correta distribuição dos direitos. Na prática, o Escritório acaba fazendo um rateio baseado em amostragem.

Esse modelo é justo?
Em tese, sim. Quem executa uma canção publicamente é como se estivesse “alugando” aquela música e, portanto, precisa pagar ao dono pelo uso. Porém, há inúmeras críticas sobre a atuação do Ecad. Por exemplo, o valor cobrado é totalmente arbitrário. Na prática, o Ecad cobra quanto quer, baseado em critérios subjetivos e pouco claros. A distribuição dos direitos aos autores também não é feita de forma transparente, e sempre gera insatisfação. A cobrança dos direitos autorais pelo Ecad é prevista em lei, mas a forma como ela é feita e os valores são definidos de forma totalmente aleatória, transformando o Ecad em um órgão bastante poderoso e com pouquíssimo controle externo.

E os blogs nisso tudo?
Segundo o Ecad, quando um blog “embeda” um vídeo do YouTube, ele está distribuindo publicamente a música contida naquele vídeo, o que autorizaria o órgão a cobrar os direitos. Mas seria justo cobrar um valor relativamente alto de um blog pequeno e sem fins lucrativos? Mais que isso, o YouTube já paga ao Ecad, e não é pouco, pela distribuição das músicas contidas em seu acervo de vídeos. Então, a cobrança feita aos blogs seria uma cobrança de direitos teoricamente já pagos pelo YouTube. Além disso, o raciocínio de que a execução dos vídeos do YouTube em um blog configure execução pública é um tanto discutível.
Ninguém sabe ao certo se a tal cobrança que o Ecad está impondo aos blogs é legal ou não. As leis brasileiras ainda têm milhões de lacunas no que diz respeito ao uso da internet. Há uma tendência em considerar a cobrança abusiva, mas nada concreto. O fato é que, se a decisão do Ecad for adiante, vai ser um golpe duríssimo sobre a disseminação da informação na rede.

Vamos ficar de olho nos próximos capítulos dessa trama, que certamente ainda vai causar muito barulho. A orientação, para quem quer se proteger, é, em vez de “embedar” vídeos no seu blog, simplesmente fazer um link para o vídeo diretamente no YouTube.

Categoria: Bastidores, Música

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08/mar 2012

Desafio Literário 2012 III – O Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris

O Silêncio dos Inocentes, de Thomas HarrisO Silêncio dos Inocentes (Bestbolso, 390 páginas) é o típico caso de um livro que baseou um filme tão relevante para a cultura pop que a gente quase esquece que existe o livro por trás. Injustiça, sim, porque o livro de Thomas Harris é tão bom, mas tão bom, que depois que li até fiquei achando o filme imperfeito.

A história, você com certeza já sabe, é da agente do FBI em treinamento, Clarice Starling, que se envolve em uma investigação de assassinatos em série. O assassino, apelidado de Buffalo Bill, esfola e mata mulheres em diversas cidades americanas. Para buscar pistas e tentar traçar um perfil psicológico do serial killer, Clarice entrevista o psiquiatra Hannibal Lecter, ele próprio um canibal psicopata, tão perigoso quanto brilhante, e se envolve em um intricado jogo de gato e rato. A ajuda do Dr. Lecter não vem de graça: ela precisa satisfazer a curiosidade mórbida do psiquiatra, para obter as informações que ele possui.

O que mais impressiona em O Silêncio dos Inocentes é a construção dos personagens, em especial Hannibal Lecter. E é nesse ponto que o livro supera, e muito, o filme, ao entrar mais fundo na mente de um dos psicopatas mais facinantes já criados pela ficção. Frio, sanguinário e violento, mas ao mesmo tempo erudito, refinado e metódico, chega a dar um frio na espinha cada vez que Lecter se encontra com Clarice (claro que ajuda lembrar do olhar perturbador de Anthony Hopkins no longa).

Hannibal Lecter, por Anthony Hopkins

Outro ponto em que o livro é infinitamente superior é na construção das situações e personagens secundários, que aparecem apenas superficialmente no filme, mas aqui ganham importância. É o caso do chefe de Clarice, John Crawford, ou do próprio Buffalo Bill, apresentado como um homem atormentado e traumatizado.

O Silêncio dos Inocentes é um thriller psicológico daqueles que vai te deixar com a respiração presa durante boa parte da leitura. E mesmo para quem já viu o filme e conhece a história, é a chance de se aprofundar na mente dos personagens, suas motivações e segredos. Sem dúvida, o melhor livro de serial killer de todos os tempos.

Categoria: Livros, Resenhas

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06/mar 2012

Parabéns, Gabriel García Márquez!

Hoje é aniversário do mexicano Gabriel García Marquez, um dos grandes nomes da literatura mundial e o autor do meu livro favorito: Cem Anos de Solidão.

Gabriel García Márquez

Para comemorar a data, o principal livro do autor ganhou hoje sua primeira edição digital, “só” 45 anos após a publicação original. E no Facebook, uma fanpage especial para a data está publicando frases e vídeos de Gabriel durante todo o dia. Para fã nenhum botar defeito. Só faltou mesmo um doodle hoje, não é não?

Categoria: Livros

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05/mar 2012

Bolão Oscar 2012 – O Resultado

Depois de muita expectativa e trabalho duro, eis o resultado do Bolão do Oscar! Antes de mais nada peço desculpas pelo atraso na divulgação, mas a promoção recebeu mais inscrições do que eu imaginava (foram 263 apostadores), e tive que apurar as respostas, uma a uma, até chegar ao vencedor.

Jean Dujardin recebe o Oscar

Os resultados do Oscar não foram lá grandes surpresas, e por isso mesmo a primeira posição do bolão teve nada menos que seis pessoas empatadas, com 42 dos 46 pontos, acertando todas as categorias principais, e errando apenas uma ou duas das 18 categorias que faziam parte do bolão. Como dizia o regulamento, em caso de empate levava a melhor que enviasse as respostas primeiro. Por isso, quem vai  ganhar o livro Tudo Sobre Cinema e ficar feliz que nem o Jean Dujardin na foto aí em cima é…

Talita Campasso!!!

Talita, parabéns pelos palpites certeiros e aguarde meu e-mail com instruções pra eu poder te enviar o prêmio, OK? E pra todo mundo que também palpitou, obrigado pela participação, e fiquem ligados que já já tem mais promoção!

** UPDATE **
Atendendo a pedidos, disponibilizo um arquivo com o ranking completo contendo a pontuação de todos os participantes. Baixe o PDF para ver sua colocação no bolão.

Categoria: Bastidores, Cinema, Promoções

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29/fev 2012

Em breve no blog…

Ainda essa semana aqui no blog, o resultado do Bolão do Oscar, o começo de uma maratona de uma famosíssima saga do cinema (alguém arrisca?), e a resenha do livro do mês no Desafio Literário, que eu não li, mas devorei!

Em em breve tem resenha e sorteio dessas belezinhas aí embaixo, os lançamentos do mês da Novo Conceito que já recebi, um kit pra mim e outro pra vocês:

Para Sempre e Presentes da Vida

Categoria: Bastidores

29/fev 2012

Qual a cor do seu mundo?

Essa semana pós-carnaval está sendo corrida, apesar de eu estar em férias até semana que vem. Por isso o blog ainda está nesse estado de semi-abandono, mas paciência que tudo se resolve. E pra piorar, o bolão do Oscar bombou mais do que eu imaginava, e tem mais de 200 inscrições para eu apurar. Então, você que participou, um pouco de paciência, que até o final da semana sai o resultado.

Mas voltando aos trabalhos, vamos ao resultado da promoção do livro Um Mundo Brilhante, promovida em parceria com a Novo Conceito. A tarefa, você lembra, era dizer pra mim qual a cor do seu mundo, e a melhor resposta levaria o kit do livro pra casa. Das mais de 20 inscrições, diria que 8o% das pessoas disseram que seu mundo é branco. Teve resposta em prosa e verso, curta e longa, algumas inspirada, outras nem tanto.

E sem delongas, quem vai levar o kit do livro é…

Sharon Caleffi!

A Sharon é a dona do blog Quitandinha 111, e deu a seguinte resposta:

Meu mundo é branco, como um círculo de Newton girando a toda velocidade. Se alguma hora eu parar, todas as cores aparecem. Mas não tenho tempo de parar e tudo está sempre branco. Branco pra começar e pintar algo novo, mas logo que eu pinto, a cor gira e se mistura com as outras. Branco… de novo. Meu mundo é doido e certo.

Pra vocês verem que confiança é tudo, a garota disse que ia ganhar, e ganhou mesmo! Parabéns, Sharon! Já te mando um e-mail pra gente combinar o envio, OK?

E fiquem de olho, que já já tem mais promoção com a Novo Conceito!

Categoria: Bastidores, Livros, Promoções

25/fev 2012

Vergonha no Oscar

Amanhã é dia de Oscar, a festa mais glamourosa do cinema mundial. É o melhor momento para ver e ser visto em Hollywood. Consagração e reconhecimento para os que levam a estatueta para casa, a oportunidade de ter seus cinco minutos sob os holofotes para quem foi só indicado, todo mundo quer aparecer na festa. Mas na história da premiação, muita gente deve ter se arrependido por trocar o conforto da cama pelo tapete vermelho.

Oscar

Imagine a cena: um ator ou atriz a caminho do palco para receber um Oscar, quando percebe que não foi o vencedor daquela categoria. Inimaginável? Pois isso já aconteceu, e não foi uma vez só. Em 1944, Humphrey Bogart se levantou antes mesmo que o melhor ator daquele ano fosse divulgado. Quando notou que não era ele o vencedor, o astro de Casablanca disfarçou, aplaudindo o colega Paul Lucas de pé. Pior aconteceu com a atriz Shelley Winters em 1952. Também cheia de autoconfiança, ela se dirigiu ao palco antes da verdadeira ganhadora, Vivien Leigh, ser anunciada. Seu marido, o italiano Vittorio Gasman, tentando salvar a atriz do vexame, piorou a situação. Ao puxá-la de volta para a cadeira, acabou levando um tombo, e ambos caíram no chão. Outro que se deu mal pelo excesso de confiança foi Steven Spielberg. Em 1976, certo da vitória como diretor do filme Tubarão, levou uma equipe de filmagem para captar sua reação no momento da vitória. Quando Milos Forman foi anunciado o vencedor por Um Estranho no Ninho, o cineasta não escondeu a decepção, e soltou um “Não acredito” para a câmera.

Enquanto alguns fazem de tudo para pôr as mãos no Oscar, outros chegam a esnobar o prêmio. Em 1973 Marlon Brando recusou o troféu de melhor ator, e mandou uma índia para discursar em seu lugar, protestando contra o tratamento dado aos indígenas na América. Depois soube-se que a índia era fajuta, e tratava-se de uma atriz. Woody Allen não recusou o prêmio que ganhou em 1978, mas também não se deu ao trabalho de ir buscar a estatueta. Ele alegou ter um compromisso inadiável naquela noite. O tal compromisso era uma apresentação de sua banda de jazz em um pub de Manhattan.

Marlon Brando no Oscar

Muitos astros levaram o Oscar para casa mas preferiam ter ficado sem o prêmio que, dizem, prejudicou suas carreiras. É o caso de Gwyneth Paltrow. Premiada pelo filme Shakespeare Apaixonado, a atriz garante ter sido prejudicada pela vitória, que a levou a fazer escolhas equivocadas e ter seu cachê inflacionado quando ela tinha apenas 26 anos. O melhor exemplo para provar que nem sempre o Oscar é sinônimo de reconhecimento eterno é o fato de três atrizes já terem sido agraciadas com o Oscar e, depois, com o Razzie (no Brasil, Framboesa de Ouro), troféu que “premia” os piores de Hollywood. Foram elas Liza Minelli, Faye Dunaway e, mais recentemente, Halle Berry. Essa última levou tudo na brincadeira, e inclusive foi à entrega do Framboesa e até discursou agradecendo o prêmio e admitindo ter feito más escolhas.

Gwyneth PaltrowUm dos momentos mais propensos a saias justas é a hora em que o agraciado com o Oscar faz seu discurso de agradecimento. Quando o discurso é longo, a organização não tem dó, e corta o microfone do vencedor. Em 2006, a Academia chegou a distribuir um vídeo entre os possíveis ganhadores, com orientações para evitar gafes nesse momento. O vídeo trazia exemplos de comportamentos errados na hora de agradecer, como um soco no ar de Jack Palance, a choradeira de Gwyneth Paltrow, ou o indelicado beijo na boca que Adrien Brody roubou de Halle Berry. O vídeo ainda orienta que os discursos não devem ultrapassar os 60 segundos. Não é à toa. Em 1942 a atriz Greer Garson fez o maior discurso da história: uma hora e dez minutos. Nem o médico que fez o parto de sua mãe ficou de fora da lista.

Nem sempre a gafe parte dos convidados. Em 2005 foi a vez da Academia fazer feio. Jorge Drexler foi sumariamente descartado de interpretar sua composição “Al Otro Lado Del Rio”, indicada a melhor canção. Em seu lugar subiram ao palco Antonio Banderas e Santana. Mas o uruguaio teve a chance de se redimir. A canção foi a vencedora da noite, e Drexler fez questão de cantar o refrão ao agradecer o prêmio, arrancando aplausos da platéia.

Quem depende da TV aberta para ver as grandes premiações tem motivos de sobra para reclamar. Quando a Globo exibe o Oscar, a transmissão começa na hora que a emissora carioca quer, ou seja, depois do Fantástico, Big Brother e quando vários prêmios já foram entregues. Isso quando o prêmio não é entregue durante o carnaval (como aconteceu em 2009), quando temos que nos contentar com singelos flashes dos principais vencedores da noite.

Quando a festa ficava por conta do SBT, os comentários nem sempre úteis de Rubens Ewald Filho costumavam irritar alguns expectadores. Mas o pior era quando ele não estava sozinho. Basta lembrar o Globo de Ouro de 2006, quando Analice Nicolau apresentou o prêmio junto com o crítico, e chamou Tim Robbins de Jamie Foxx, Marie-Louise Parker de Chris e pronunciou o nome de Reese Whiterspoon de uma forma irreconhecível. Rubens não ficou para trás, e chamou Mariah Carey de gorda, Joaquin Phoenix de defeituoso e completou dizendo que o queixo de Reese Whiterspoon parece um cotovelo. Perto disso, as gafes das estrelas em Hollywood nem parecem tão grandes, não é mesmo?

Categoria: Cinema

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24/fev 2012

Circulou, circulou…

…e o carnaval acabou! Não vou cair no clichê, mas estou aqui de passagem só pra dizer que voltei do carnaval de Salvador, e aos poucos, até o começo da semana que vem, vou colocando o blog de novo para funcionar.

Viu qual foi a música do carnaval esse ano? Que Michel Teló que nada! A Banda Eva de Saulo Fernandes mandou a fantástica Circulou, que foi cantada por todos os artistas que tocaram em Salvador. A música é linda, vamos combinar. Há muito tempo não via uma canção tão boa ser merecedora do prêmio de melhor do carnaval.

Categoria: Música

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14/fev 2012

Até já e feliz carnaval!

É, pessoal… Este blog entra em recesso a partir de hoje, afinal é carnaval! Amanhã tô viajando, e volto logo depois do carnaval, com a programação normal. Não esqueça de participar do bolão do Oscar e da promoção Um Mundo Brilhante.

Deixo vocês com o fantástico frevo-enredo do Parangolé Valvulado, o bloco de carnaval mais bacana daqui de Juiz de Fora. Vale a pena ouvir!

E bom carnaval pra todo mundo!

Categoria: Bastidores

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14/fev 2012

Happy Valentine’s Day

A dama e o vagabundoHoje é dia dos namorados! Pelo menos nos EUA, em Portugal e no resto do hemisfério norte. É que 14 de fevereiro é dia de São Valentim, o santo casamenteiro das bandas de lá.

No Brasil, o dia dos namorados é comemorado em 12 de junho, porque é véspera do dia de Santo Antônio, aquele que sofre as mais sádicas torturas nas mãos de moças desesperadas por um homem pra chamar de seu.

Pode falar que a data é uma criação do comércio pra vender mais (e é mesmo, já que, aqui no Brasil, foi o empresário João Dória quem trouxe a ideia), mas a verdade é que todo mundo fica um pouco romantiquinho nesse dia. E pra não dizer que eu deixei a data passar em branco, vamos relembrar os três posts especiais que fiz no dia dos namorados (o nosso) do ano passado?

Feliz dia dos namorados – o desenho mais fofo do Snoopy e cia.
Canções de amor para o dia dos namorados – uma coletânea de músicas para amolecer o mais duro dos corações.
As 5 melhores declarações de amor do cinema – pra ver e aprender.

Categoria: Sem categoria

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