22/mar 2012

Já viu a Kelly Clarkson cantando You’re Still The One da Shania Twain?

Vi no Facebook do Papel Pop esse vídeo da Kelly Clarkson cantando a música mais bonita da Shania Twain em um show no começo desse mês. A combinação não podia ser melhor: a bela e poderosa voz de Kelly Clarkson encaixada em You’re Still The One, a maravilhosa balada de Shania, capaz de amolecer até o mais duro dos corações. Ouça:

Categoria: Música

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20/mar 2012

Um site de tirinhas que vale MUITO a pena: Como eu realmente…

Há um tempo atrás listei 4 sites de tirinhas que valem a pena serem visitados. Pois bem, acabei de encontrar o quinto site, que não só é tão bom quanto os outros que citei naquele post, como foi direto para o número um na minha lista de favoritos. E sabe aqueles blogs que você começa a ler insanamente, e quando percebe já leu todo o arquivo, desde o começo? Pois foi assim que eu agi quando descobri o Como eu realmente…, da Fernanda Nia.

 Como eu realmente...

Há muito tempo eu não ria tanto lendo tirinhas na internet. O que a Fernanda faz é pegar algumas situações corriqueiras (e outras nem tanto) e mostrar como ela age nessas situações, e como ela gostaria realmente de agir naquelas situações. É de chorar de rir. Fora que em várias delas dá pra se identificar fácil. Os desenhos da Fernanda são super fofos, bem cuidados, e as caras e bocas da personagem principal são simplesmente hilárias. Algumas das minhas favoritas são as que envolvem a Srta. Garrinhas, a gata de estimação da personagem com tendências dominadoras.

Como eu realmente...

Se há um defeito no Como eu realmente… é o fato de ainda existirem poucas tirinhas publicadas (são 67 no total até hoje), o que faz que a gente dê cabo de todo o conteúdo rapidinho, e fique com aquele gostinho de quero mais. No entanto, toda vez que o meu GReader pisca com uma postagem nova da Fernanda, eu me sinto como ela no dia que chegou a mil likes no face.

Outras das que eu mais ri:
Cama elástica
Pijaminhas
Dieta
Me convencer
Depois do The End

Categoria: Internet, Quadrinhos

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16/mar 2012

Sexo na Lua, de Ben Mezrich

Ben Mezrich é o autor dos best-sellers Quebrando a Banca e Bilionários por Acaso (que deu origem ao filme A Rede Social). Em comum, as duas obras têm o fato de serem histórias reais inusitadas, contadas de forma mais interessante do que se fossem ficcionais, do jeito que só um grande autor consegue fazer. Seu novo livro, Sexo na Lua (Editora Intrínseca, 272 páginas) não foge à regra.

Sexo na Lua, de Ben MezrichA história é a de Thad Roberts, um rapaz inteligente e carismático que ingressa em um estágio na Nasa com o objetivo de se tornar o primeiro homem a pisar em marte. No entanto, depois que começa a trabalhar no Centro Espacial Johnson, ele coloca uma nova ideia fixa na cabeça: ele vai roubar a Lua e dar de presente para a namorada. A promessa já foi feita por milhares de jovens apaixonados, é verdade, mas Thad leva ao pé da letra, e bola um plano para roubar amostras de pedras lunares trazidas pelas missões Apollo. As pedras são protegidas como se fossem pedras preciosas (na verdade, elas valem MAIS do que pedras preciosas) em um laboratório da Nasa.

A fantástica história de Thad parece ter sido inventada (e não à toa que Sexo na Lua já está sendo adaptado para o cinema), e a forma como Ben Mezrich a conta faz com que a trama se transforme em um eletrizante thriller. Se na primeira parte do livro, conhecemos Thad e sua obsessão em virar um astronauta, o que culmina em sua entrada no programa de estágios da Nasa, é na segunda metade da obra que a coisa pega fogo, à medida em que o rapaz põe em prática o plano de roubar as amostras lunares, ao mesmo tempo em que o FBI conduz uma investigação com a ajuda de Axel Emmermann, um belga colecionador de pedras que simula o interesse em comprar as amostras roubadas.

Sexo na Lua é daqueles livros de perder o fôlego. A escrita de Ben é admirável, e todo o trabalho de pesquisa, que envolveu a análise de milhares de páginas de documentos do FBI e entrevistas com os envolvidos na trama, gerou um texto delicioso e envolvente, que faz com que nos identifiquemos com os personagens e torçamos, torçamos muito, por eles.

Categoria: Livros, Resenhas

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15/mar 2012

Fósforo Carnival II

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

“A televisão me deixou burro, muito burro demais”. Não, a letra dos Titãs tem que ser atualizada. Pelo menos é o que diz o autor Nicholas Carr. A teoria dele, apresentada no livro A Geração Superficial – O que a Internet Está Fazendo com Nossos Cérebros, lançado no Brasil pela Editora Agir, é que a internet está transformando as pessoas em leitores preguiçosos e com dificuldade de concentração. O André Barcinski falou sobre o livro, e depois de ler o post dele, deu uma vontade tremenda de ler.

Falando no Barcinski, impossível não indicar o texto em que ele fala sobre a reação da filhinha dele ao ver os desenhos do Charlie Brown:

Estávamos curiosos para ver como seria a reação dela. Porque os desenhos são muito diferentes do que as crianças de hoje estão habituadas a ver. Em primeiro lugar, os filmes de Charlie Brown são lentos, quase parados. Os cenários são estáticos. Os personagens andam devagar e falam pausadamente. Os filmes também surpreendem pelo silêncio. A trilha sonora é, quase sempre, um jazzinho tranqüilo. Bem diferente da maioria dos desenhos por aí, que parecem videogames, de tão estimulantes. [ler tudo]

O Mauro Ferreira falou sobre a estreia do novo show de Roberta Sá, e mostrou o roteiro da apresentação. Ai, que vontade que dá!

A Patrícia Pirota resenhou o livro Pequena Abelha, um dos mais bacanas que li em muito tempo, que ela ganhou na promoção aqui do Fósforo.

E pra terminar, uma notícia no mínimo inacreditável, que a Sharon me mandou por e-mail: se você acha que a decisão do Ecad (felizmente já deixada de lado) de cobrar direitos autorais de blogs que incorporem vídeos do YouTube, veja só o que o SABAM, que é tipo o Ecad da Bélgica resolveu fazer: cobrar direitos autorais (250 Euros por ano, para ser mais exatos) de bibliotecas públicas que tenham voluntários que leiam livros para grupos de 10 ou mais crianças. Eles esquecem que iniciativa como essas é que criam novos leitores que no futuro, surpresa, vão comprar livros. Leia a notícia no Boing Boing (em inglês).

Categoria: Carnival, Coisinhas

15/mar 2012

Veja o pôster de perder a cabeça de Game of Thrones

Atenção: este post contém spoiler para quem não assistiu à primeira temporada de Game of Thrones. Leia por sua conta e risco.

Game of Thrones na capa da Entertainment WeeklySe você, como eu, é viciado em Game of Thrones, deve estar perdendo a cabeça enquanto espera até 1 de abril, dia em que a segunda temporada da série da HBO estreia, tanto lá fora quanto aqui no Brasil (a espera só não é maior porque no meio do caminho tem Jogos Vorazes no dia 23). À medida em que a data aproxima, se intensifica a campanha de divulgação do novo ano da série. A Entertainment Weekly dessa semana, por exemplo, traz a série na capa, em quatro versões diferentes (mas a mais legal é a que você vê aí do lado).

Mas a HBO, em um arroubo de ousadia e criatividade, divulgou um pôster daqueles de, literalmente, perder a cabeça. Se você acompanhou a primeira temporada com toda a paixão que ela merece, deve ter ficado chocado quando Ned Stark (Sean Bean) foi morto por ordem do micro-rei Joffrey, e teve sua cabeça exibida para quem quisesse ver. Aquilo lá mostrou que Game of Thrones não é para os fracos, e quem ninguém está a salvo no universo de George R. R. Martin.

Pois bem, o pôster que você vê aí embaixo, um dos mais bacanas que já vi em muito tempo, joga na nossa cara o fato que marcou a primeira temporada, e deixa a ansiedade pelos novos episódios em um nível quase insuportável. Chega logo, 1 de abril!

Game of Thrones - Segunda Temporada

Categoria: Televisão

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14/mar 2012

Promoção Para Sempre

Então chegou a sua hora de levar pra casa um belo kit do livro Para Sempre, de Kim e Krickitt Carpenter. O kit tem, além do livro, uma caixinha personalizada, marcador de página e uma bela cadernetinha, e é uma mega cortesia da Editora Novo Conceito, parceira deste blog e uma das editoras mais bacanas do mundo.

Para participar vamos testar uma nova dinâmica. O Rafflecopter é um site que organiza promoções online. Pra participar é só deixar seu nome e e-mail na janela aí embaixo, e depois você acumula pontos para ter mais chances no sorteio, que o próprio Rafflecopter realiza (o que garante que eu não vou roubar na hora de escolher o vencedor). São tarefinhas como curtir o Fósforo no Face, comentar no blog ou seguir a gente no Twitter (que pode estar parado, mas é limpinho) que, cumpridas, te dão mais chances de ganhar. A promoção vai até o fim da semana que vem, dia 25, e na segunda, 27, eu divulgo o nome do sortudo ou sortuda que leva o kit, estamos combinados?

Categoria: Livros, Parcerias, Promoções

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14/mar 2012

Para Sempre, de Kim e Krickitt Carpenter

A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a “Krickitt” com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.

A sinopse de Para Sempre (Editora Novo Conceito, 144 páginas), livro de Kim e Krickitt Carpenter, sem dúvidas desperta o interesse na história. Afinal, será que Krickitt consegue se lembrar do marido, ou Kim tem que fazer com que ela volte a se apaixonar por ele, do começo? A história me remeteu a um dos filmes mais fofos que eu conheço, Como se fosse a primeira vez, e confesso que comecei a ler Para Sempre muito curioso e empolgado.

Para Sempre, de Kim e Krickitt CarpenterO livro é todo narrado em primeira pessoa por Kim, que conta, desde que se conheceram, passando pelo acidente e pela recuperação, toda a história de seu casamento com Krickitt. E foi aí que tive o primeiro incômodo com o livro. Como a obra é assinada pelo casal, achei que as impressões de Krickitt também estariam presentes, mas à exceção de alguns pequenos trechos reproduzidos do diário dela, somente Kim fala. Isso acaba empobrecendo um pouco a história. Senti muita falta de mais descrições e impressões dos autores. Em vários momentos Kim se limita a narrar os fatos, com uma escrita que deixa um pouco a desejar. Outra coisa que me incomodou um pouco foi o tom de autoajuda e o excesso de religiosidade na fala do narrador, o que torna o livro um pouco cansativo e menos interessante em certos momentos.

Mas não vou dizer que ler Para Sempre não valeu a pena. Talvez se o livro fosse uma obra de ficção eu achasse a leitura uma perda de tempo. Mas o fato de estarmos diante de uma história real, daquelas dignas do cinema (Para Sempre já virou filme, com Rachel McAdams e Channing Tatum, que chega ao Brasil em junho), não deixa de ser inspirador e despertar a curiosidade. No fim das contas, Para Sempre é daquelas histórias que valem a pena serem contadas, mas talvez devesse ter sido feita por um escritor mais habilidoso, e não pelos próprios personagens.

A edição da Novo Conceito, como sempre, é muito bem acabada, e traz na capa uma imagem do filme. No site da Editora, dá para ler o primeiro capítulo da obra em PDF. Agora, se você quiser ler o livro inteirinho, de graça, e ainda ganhar um kit com direito a uma caixinha personalizada, marcador de livro e uma bela cadernetinha, fique de olho aqui no blog que já já tem promoção, OK?

Categoria: Livros, Resenhas

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13/mar 2012

Battle Royale, o Mangá – Volume 1

Faltando dez dias para a estreia mundial de Jogos Vorazes, peguei para ler o primeiro volume da história que, dizem, serviu de “inspiração” para a obra de Suzanne Collins. Battle Royale é uma obra japonesa de Koushun Takami, lançada primeiro como livro em 1999, e depois adaptada pelo próprio autor (com desenhos de Masayuki Taguchi) para um mangá em 15 volumes, lançados no Brasil pela Editora Conrad.

Battle RoyaleAntes de qualquer comentário, devo dizer que foi a primeira vez que peguei um mangá para ler. De cara me enrolei porque não sabia que a leitura deve ser feita de trás para frente e da direita para a esquerda, e passei umas boas dez páginas sem entender nada (como porque a história já começa com as cenas do próximo capítulo, por exemplo), e achando tudo sem sentido.

A semelhança entre Battle Royale e Jogos Vorazes é mesmo evidente. Vejamos: na história de BR, o governo japonês, em um futuro distópico, cria uma espécie de jogo, chamado O Programa, em que todo ano uma turma de alunos do colegial é sorteada para ser largada em uma ilha deserta, com um único objetivo: se matarem até que sobre apenas um jovem vivo, declarado o vencedor. Para garantir a própria vida, esses adolescente têm que aprender a matar aqueles que até há pouco tempo eram seus amigos e colegas.

O que me chamou a atenção, de cara, foi o grau de violência de Battle Royale. Esqueça aquela história em quadrinhos fofa e inerte. Mesmo pela temática da trama, a violência é explícita. Mas nem só disso vive a história. Amizade, companheirismo e até ética são discutidos no decorrer dos 15 volumes de 200 páginas cada. Afinal, até que ponto alguém vai para garantir a própria sobrevivência?

Li o primeiro volume quase que de uma vez só. Apesar das semelhanças com Jogos Vorazes, há muitas diferenças também, e mesmo que a trilogia de Suzanne Collins tenha bebido das águas da saga japonesa, não deixa de ser uma história original também. E vale dizer que mesmo Battle Royale também bebe de outras fontes como, por exemplo, o mito de Teseu e o Minotauro.

Battle Royale

Enfim, Battle Royale me conquistou de cara, e mal posso esperar para ler os outros 14 volumes. Claro que, quando fizer isso, volto a falar sobre isso, e te conto as minhas impressões mais completas, combinado?

Categoria: Livros, Resenhas

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10/mar 2012

A resposta do Google ao Ecad

Depois de todo o barulho causado pela decisão do Ecad de cobrar direitos autorais de blogs que “embedem” vídeos do YouTube em seus posts, agora foi a vez do Google (que é o dono do YouTube) comentar o assunto, dando uma resposta, espera-se, definitiva para o caso:

1- Google e ECAD têm um acordo assinado, mas ele não permite nem endossa o ECAD a cobrar de terceiros por vídeos inseridos do YouTube. Em nossas negociações com o ECAD, tomamos um enorme cuidado para assegurar que nossos usuários poderiam inserir vídeos em seus sites sem interferência ou intimidação por parte do ECAD. Embora reconheçamos que o ECAD possui um papel importante na eventual cobrança de direitos de entidades comerciais, nosso acordo não permite que o ECAD busque coletar pagamentos de usuários do YouTube.

2- O ECAD não pode cobrar por vídeos do YouTube inseridos em sites de terceiros. Na prática, esses sites não hospedam nem transmitem qualquer conteúdo quando associam um vídeo do YouTube em seu site e, por isso, o ato de inserir vídeos oriundos do YouTube não pode ser tratado como “retransmissão”. Como esses sites não estão executando nenhuma música, o ECAD não pode, dentro da lei, coletar qualquer pagamento sobre eles.

Vale a pena ler o texto completo no blog oficial do YouTube.

**UPDATE**
Depois da resposta do Google, o Ecad se pronunciou oficialmente, retirou as cobranças e admitiu que errou no caso. Veja:

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – Ecad, tendo em vista a manifestação do Google Brasil/Youtube, vem a público esclarecer que:

1 – O Ecad nunca teve a intenção de cercear a liberdade na internet, reconhecidamente um espaço voltado à informação, à difusão de músicas e demais obras criativas e à propagação de ideias. A instituição também não possui estratégia de cobrança de direitos autorais voltada a vídeos embedados. Explica que, desde 29 de fevereiro, as cobranças de webcasting estavam sendo reavaliadas e que o caso noticiado nos últimos dias ocorreu antes disso. Mesmo assim, decorreu de um erro de interpretação operacional, que representa fato isolado no universo do segmento. Em 2011, foram distribuídos 2,6 milhões de reais a 21.156 compositores, músicos, artistas, produtores de fonogramas e editoras musicais.

2 – Há cerca de dois anos, Ecad e Google mantém firmada uma carta de intenções que norteia o relacionamento entre as organizações. No documento está definido que é possível o Ecad fazer a cobrança das músicas provenientes de vídeos embedados desde que haja notificação prévia ao Google/Youtube. Como o Ecad não enviou tal notificação, fica claro que este não é o objetivo do escritório. Se fosse, a necessária notificação prevista na carta de intenções teria sido providenciada.

3 – Reafirmamos que a principal diretriz do Ecad é o reconhecimento e a difusão da música brasileira através da representação dos milhares de titulares de direitos associados às nove associações de gestão coletiva musical que representamos.

Categoria: Música

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09/mar 2012

Pare tudo e ouça: EP Re-Trato – Um tributo ao Los Hermanos

Para apartar o coração desesperado dos fãs de Los Hermanos, que estão esperando ansiosamente a coletânea Re-Trato, um tributo aos caras, comemorando os 15 anos da banda e a turnê que eles fazem agora no primeiro semestre, o site Musicoteca, organizador do projeto, liberou semana passada um EP, quase um aperitivo para o disco completo, com quatro canções (das 33 que devem compor a versão definitiva) da banda carioca interpretadas por novos nomes da cena indie nacional. E o resultado não é menos que sensacional.

Capa-EP-Re-Trato-by-Luise-Costa

Todo Carnaval Tem Seu Fim, por Do Amor
 Se a versão original é um tanto melancólica, o Do Amor transformou Todo Carnaval em uma música verdadeiramente carnavalesca: um sambão delicioso pra escola de samba nenhuma botar defeito.

Sentimental, por Phillip Long
Não deve ter sido fácil para o músico Phillip Long: gravar uma das mais lindas baladas da música brasileira. Mas o cara fez bonito: deu uma marca própria à canção, com o folk rock que ele bem sabe fazer, e encaixando sua voz com perfeição à música de Rodrigo Amarante.

Adeus Você, por Nuvens
Meio rock, meio tango, é daquelas versões que só não superam a canção original porque ela já era perfeita. Mas sem dúvida é uma releitura muito interessante e nada óbvia a feita pelos curitibanos da última canção do disco O Bloco do Eu Sozinho.

Anna Julia, por Velhas Virgens
Quem esperava uma versão punk e esculhambada do maior hit dos Hermanos vai cai para trás. A Anna Julia das Velhas Virgens é lenta, retrô, sofisticada, com direito a naipe de cordas e acordeon. O início é totalmente Stand by Me. Linda!

Categoria: Música, Resenhas

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