Um evento do porte do VMB e com o significado que tem o VMB é difícil de se enxergar plenamente, a não ser que você esteja lá, in loco, vendo o antes, o durante e o depois. E, esse ano, eu posso dizer que vi isso tudo. Sim, VMB 2011: eu fui!

Pode parecer bobagem, ou até uma coisa normal. Mas para mim, um mineirinho do interior, ir ao VMB, ter a chance de ver alguns de meus ídolos musicias, e ainda com um convite VIP que dava acesso ao evento inteiro, é motivo de comemorar muito, mesmo porque, não vou enganar vocês, o VMB é tudo isso, e muito mais.
Desde o momento em que pus as mãos no convite, que além do cartãozinho que dava acesso ao evento, trazia como brinde uma camiseta muito bonita (da Reserva!) e um relógio lindo e exclusivo (só ele já valia o convite, caramba!), até o momento em que eu estava na porta do evento, em pleno red carpet, ainda era difícil de acreditar que eu realmente ia assistir ao VMB ali, ao vivo. Só fui acreditar de verdade quando já estava lá dentro.
O VMB esse ano foi realizado nos Estúdios Quanta, em São Paulo, com um esquema diferente. Eram três estúdios diferentes, com coisas acontecendo ao mesmo tempo, e a tradicional festa de comemoração que sempre rolou após a premiação esse ano aconteceu antes, durante e depois da transmissão pela MTV. O espaço criado pela MTV era impressionante. Cada estúdio mais lindo que o outro. O Estúdio C, onde rolou discotecagem da boa após a premiação (com Didi e Thunderbird), o Estúdio B, onde rolaram shows e o elenco humorístico da MTV comandou um evento paralelo transmitido pela internet, e o fanstástico Estúdio A, onde rolou a premiação e deu pra ver tudo não tão de pertinho, mas com uma riqueza de detalhes que compensou muito!
O mais legal do VMB é o clima de confraternização e comemoração que rola. Chega a ser emocionante ver o pessoal da produção da MTV, que com certeza deu o sangue pelo evento, comemorando após o fim da transmissão, muita gente até chorando de alegria. E os artistas, vencedores ou perdedores, todo mundo feliz, compartilhando de um momento com certeza único.

Da minha parte fiquei super feliz de ver alguns dos meus ídolos de perto. Marcelo Jeneci, simpático que só, Tulipa Ruiz, aquela fofa, Bento Ribeiro, alegre e solícito, Seu Jorge, se acabando na pista, Mallu Magalhães, tietando como eu e você (afinal, não esqueçamos, ela é só uma menina), e Marcelo Camelo olhando orgulhoso para ela. E ainda tem a Pitty, que eu quase morri de susto quando me virei e dei de cara com ela, a linda da Dani Calabresa (vocês não estão entendendo, ela é muito linda mesmo) e a melhor de todas, Tatá Werneck (que nem saiu correndo de mim quando eu cheguei que nem um doido pra falar com ela). Ah, teve também o Anderson Silva (que me deixou no vácuo, mas vá lá, era noite de festa) e mais um monte de gente bacana que com certeza eu vou esquecer de citar.
No fim das contas o VMB é também uma festa daquelas, com música muito boa, comida e bebida à vontade, gente feliz e uma vontade imensa de comemorar. Não era difícil ver pessoas distribuindo sorrisos, conversando animadamente e partilhando de um momento único. Pena que durou tão pouco!
Eu não podia encerrar esse assunto sem agradecer à minha amiga Santiago, do Adnetrip!, que foi quem me levou para o VMB e, também, à Regina e Luiza, mãe e irmã do Marcelo Adnet, que se empenharam para conseguir os convites e foram super fofas. Obrigado mesmo!
Ah, tem mais fotos no meu Facebook, inclusive as tietagens descaradas.
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