Fósforo Carnival III
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O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.
À medida em que se aproxima a famigerada turnê da banda Los Hermanos, a fome dos fãs por novidades sobre os caras também cresce. O tecladista Bruno Medina aparta um pouco essa vontade por novidades, respondendo 21 perguntas dos fãs em seu blog:
É preciso notar que, antes de termos uma banda juntos, somos amigos. Conheço esses caras sei lá, desde os 20 anos, e de certa forma assisti ao processo que transformou dois moleques ali da faculdade possivelmente nos dois mais brilhantes compositores da nossa geração. Ao longo dos anos aprendi a entender os limites e as qualidades de cada um quanto a este aspecto, e ouvir o trabalho que fizeram fora da banda não deixou de ser a constatação desse amadurecimento constante que eles experimentam como músicos e letristas. Considero que os dois foram muito felizes ao saber explorar nesta fase aspectos complementares à banda. Exemplo? O primeiro disco do Marcelo, na minha opinião, valoriza as canções em detrimento dos arranjos, o que, por vezes, é mais difícil de ocorrer dentro de uma banda autoral e ultra-participativa como o Los Hermanos. O disco do Little Joy, por sua vez, é marcado pela leveza, pelos arranjos despretensiosos, espaçados, o que nem sempre foi uma constante nos discos da banda. Enfim, acompanho tudo que eles participam de perto, e gosto de constatar a pluralidade que cada um deles demonstra nos novos trabalhos em que estão envolvidos. [Ler tudo]
A Ana Maria Bahiana falou sobre a (re)estreia de Titanic em 3D, em um texto que faz a genter ter vontade de sair correndo para ver o longa de James Cameron.
Com a perspectiva do tempo, fica ainda mais claro porque Titanic foi o evento cinematográfico de 1997-1998, porque conseguiu a rara combinação de altíssima bilheteria – quase 2 bilhões de dólares no mundo todo, número top durante 12 anos, só suplantado por outro de James Cameron, Avatar – e aclamação de seus colegas na industria – 14 indicações ao Oscar, 11 estatuetas: porque retomou, por um breve momento, aquilo que só a grande industria de cinema, voltada para e impulsionada pelo mercado, pode fazer. Por um breve momento a possibilidade de que os fabulosos pistões a vapor da gigantesca nave hollywoodiana pudessem impulsionar algo ao mesmo tempo inteligente e popular tornou-se verdade. Os ecos de um tempo em que o cinema norte americano era vital e imenso – …E O Vento Levou, westerns, musicais – voaram sobre o mundo (infelizmente acompanhados por Celine Dion. Mas ninguém é perfeito.) [Leia tudo]
E a sinopse do primeiro livro adulto da JK Rowling, você viu? A Laura Buu do Pink Vader conta pra você:
Quando Barry Fairweather morre inesperadamente ao seus quarenta anos, a pequena cidade de Pagford fica em choque.
Pagford é aparentemente, uma cidade idílica inglesa com uma praça de mercado de paralelepípedos e uma antiga abadia, mas o que está por trás da fachada bonita é uma cidade em guerra.
Rico em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com seus maridos, professores em guerra com seus pupilos… Pagford não é o que parece ser.
E o assento vazio deixado por Barry no conselho municipal logo se torna o catalisador para a maior guerra que a cidade já viu. Quem triunfará em uma eleição repleta de duplicidade, paixão e revelações inesperadas?
O livro vai se chamar The Casual Vacancy, e sai (em inglês) no dia 27 de setembro.
Falando em autoras de sagas literárias, saiu o primeiro pôster da adaptação do livro A Hospedeira (The Host), da Stephenie Meyer. Quem mostrou foi a Tábata do Happy Batatinha. Veja lá!
Um Tumblr: Como eu me sinto quando…
É de rolar de rir. São GIFs que tentam expressar como a gente se sente quando alguma coisa acontece na nossa vida.
Categoria: Carnival, Coisinhas
Tags: JK Rowling, Los Hermanos, Stephenie Meyer, Titanic


