17/set 2012

Ele voltou: o chocolate fofinho!

Quem viveu nos anos 80 deve se lembrar de um dos chocolates mais gostosos que a Nestlé produzia na época: Lollo, o chocolate fofinho da Nestlé. Pois um belo dia eles resolveram mudar, sem muita explicação, o nome do Lollo para Milkybar, e a receita do chocolate mudou levemente também.

Lollo

Eis que hoje a Nestlé, atendendo ao pedido dos saudosistas dos anos 80, resolveu trazer de volta o Lollo, com a receita original e tudo! O slogan O chocolate fofinho da Nestlé continua o mesmo, acrescido da apoteótica frase Ele voltou!

Eu sei, é meio off-topic, mas eu precisava dividir essa informação!

Categoria: Coisinhas, Sonho de Consumo

11/jul 2012

Fósforo Carnival VII

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

A Ana Virgínia, minha conterrânea e dona do Filha de José, resolveu aderir ao BookCrossing. É uma iniciativa mega bacana, em que a pessoa “abandona” um livro em algum lugar público, para que outra pessoa o encontre, leia e volte a liberta-lo. Confesso que me deu vontade de entrar na onda também. E quem sabe eu não acabe encontrando um livro solto pela Ana em algum ponto aqui em Juiz de Fora?

E a entrevista que o Bruno Mazzeo deu para a Revista da TV dO Globo de domingo? O cara soltou a língua, e falou sobre Twitter, Rafinha Bastos e seu papel na novela Cheias de Charme.

— Tem uns caras que me atacam, mas eu sequer tenho opinião formada sobre eles. O Rafinha Bastos me critica, mas eu ainda não o vi fazendo nada, criando nada, entendeu? Eu o vi fazer franquias e xingar os outros. Ele ainda não me deu possibilidade de ter uma opinião — alfineta. [...]

— A minha turma é muito mais legal. Mas, de repente, veio essa galera do stand-up, e eles começaram a se definir como se fossem o último biscoito da caixinha. O Rafinha Bastos praticamente inventou o humor, né? Ele dá entrevistas sobre o humor como se não existisse o gênero antes dele. Só que faz um programa que não chegou a um ponto no ibope. Com essa galera do stand-up eu não compartilho. E nem gosto de assistir, acho bobo, monótono. É uma opinião minha — frisa. [Ler texto completo]

Vale a pena ler o texto completo, que o Conteúdo Livre disponibilizou. Confesso que, depois de ler, até passei a ter menos antipatia do Mazzeo.

O Ronaldo Evangelista já leu e resenhou o novo e aguardado disco da Tulipa Ruiz, Tudo Tanto, para a revista Rolling Stone:

Tudo Tanto, segundo disco de Tulipa Ruiz, começa como se o filme estivesse voltando do intervalo. Uma virada de bateria e já estamos no meio da ação, plano sequência, carros em perseguição, janela do trem, encontro romântico com travelling de câmera, cinéma vérité, musical, suspense e comédia. Mudando de cenário em movimento, para não deixar a mágica escapar, a mocinha da película encara com fascínio especial a aventura do segundo álbum, primeira reinvenção.

A musicalidade natural, a vivacidade dos arranjos, a graça espontânea das composições: tudo mais ou menos igual, só que mais. Dois anos depois de Efêmera, a leveza continua lá, mas entre novas nuances e sugestões. A produção do irmão e guitarrista Gustavo Ruiz – parceiro em sete das onze composições do álbum – é tão prodigiosa quanto são engenhosos os arranjos sobre os quais a voz de Tulipa flutua, inventa timbres, revela melodias. Em cada enquadramento, a cada esquina dobrada, pelos detalhes de cada faixa, salta aos ouvidos a unidade, o som claro e direto, totalmente contemporâneo. [Ler texto completo]

Para os aspirantes a escritores, o vá ler um livro avisa que estão abertas as inscrições, até 30 de setembro, para o 10º Prêmio Sesc de Literatura. Os ganhadores nas categorias Romance e Contos terão suas obras publicadas pela Editora Record. Vale a pena dar uma olhada.

E pra terminar, o Chicclete fez essa lista com o top 10 lojas de decoração online. Vale a visita a cada uma delas, que traz um monte de produtos diferentes, muitos voltados para o público geek/nerd. Só não reclame se sair gastando descompensadamente… ;)

Categoria: Carnival, Coisinhas

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29/jun 2012

Fósforo Carnival VI

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

O Marcelo Rubens Paiva fez um texto dias desses que vale a leitura: ele questiona o motivo de aparecerem tantos nomes nos créditos finais de um filme.

Afinal, para que servem os créditos finais de um filme, para dividir informações importantes, homenagear quem trabalhou na produção ou seguir exigências sindicais? O que interessa saber do nome do cara que foi assistente do homem da grua da unidade externa da cena de perseguição da Hungria? Quem trabalhou na produção ganhou para aquilo. Talvez os nomes no letreiro final sirvam para aqueles que trabalharam quase de graça e trocaram o soldo pela visibilidade. Como estagiários. Gosto de algumas informações. Por exemplo, nomes e autores das músicas. Porém, tais créditos costumam passar muito rápido e não indicam com precisão que, naquela cena, aquela música bacaninha que tocou foi essa aqui, ó.

Mas a melhor parte do texto é essa aqui, ó:

Desde a primeira vez que foi ao cinema, Antônia, filha de 5 anos de um amigo, se levanta da poltrona quando os créditos finais sobem, desce os degraus da sala ainda escura e vai dançar. Ninguém a ensinou. Deve pensar que para isso serve a música final, a meia-luz, as letrinhas que não compreende subindo. Música + escuro + espaço livre = pista de dança. [Leia tudo]

Estreou hoje nos EUA Magic Mike, de Steven Soderbergh, um dos filmes mais comentados da temporada. O filme podia ser mais uma bobagem sobre strippers (não sei, mas o plot me lembrou Showbar, o pior-melhor-filme de todos os tempos). Mas como tem o selo Soderbergh, vale a atenção, e a Ana Maria Bahiana indica:

Baseado livremente nas experiências juvenis do astro e produtor Channing Tatum, Magic Mike tem aquela qualidade naturalista, calma, relax, do olhar dos Dardenne (e de boa parte do cinema norte-americano dos anos 1970). Até mesmo os shows dos rapazes – Tatum mais Joe Manganiello, Adam Hernandez, Alex Pettyfer, Matt Bomer, Kevin Nash e, num número especial, Matthew McConaughey, o dono do clube – são tratados como mais um elemento naquilo que é o foco do filme: as vidas dessas pessoas, com as simples e complicadas ramificações que as vidas de qualquer um de nós tem; só que, por acaso, eles rebolam e tiram a roupa, à noite, para ganhar uns trocados a mais.

É uma escolha interessante num projeto que poderia ter ido por muitos caminhos diferentes. Soderbergh acompanha sem assombros Magic Mike –  nome artístico do personagem de Tatum, que, fora do palco, é operário de construção, lavador de carros e artesão de móveis – e seus colegas enquanto eles raspam as pernas, estudam os movimentos mais eficientes de suas coreografias (os que geram mais gorjetas), preparam todos os elementos do seu arsenal corporal (absolutamente todos) para o espetáculo. É uma qualidade que se revela super eficiente para pegar a plateia logo nos primeiros instantes do filme. [Leia o texto completo]

Falando em estreias aguardadas, a Laura Buu, do Pink Vader, já viu O Espetacular Homem-Aranha, e conta o que achou do filme em um vídeo da série Cine Invader.

Um Tumblr: eu te dedico
Muito bacana esse projeto, de reunir fotos de dedicatórias em livros, e contar as histórias por trás delas. E qualquer pessoa pode contribuir enviando fotos das dedicatórias que tem em seus livros.

Categoria: Carnival, Coisinhas

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25/jun 2012

Sonho de Consumo XVII – Zumbis vs. Unicórnios

Podia ser só mais uma querência, mas vai além disso. Conheci o livro através de um vídeo no canal da Tatiana Feltrin, e eu e a Juliana dividimos a vontade de ter o livro em mãos. Ela acabou conseguindo, e eu meio que esqueci da história (apesar de quase tê-lo comprado na Amazon). Daí que a vida seguiria para sempre, eu não pensaria mais no livro (e porque comprar um livro em inglês quando eu não leio em inglês?), até que um post do Vá ler um livro divulgou a bomba: Zumbis vs. Unicórnios sai traduzido, pela Galera Record, em setembro.

O livro é uma antologia de contos sobre zumbis e unicórnios, e tudo o que eu espero é que ele saia por aqui com a mesma belíssima capa do original. Contando os dias…

Zumbis vs. Unicórnios

Categoria: Coisinhas, Livros, Sonho de Consumo

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21/jun 2012

Imagine, do John Lennon, em quadrinhos

Fantástica essa ilustração do cartunista mexicano Pablo Stanley, traduzindo a música Imagine, do John Lennon, em quadrinhos. Aliás, o site do cara merece uma visita!

Imagine em quadrinhos

Vi no Sedentário & Hiperativo.

Categoria: Coisinhas, Música

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12/jun 2012

O amor segundo Freddy e Jason

Sensacionais as ilustrações de Rafael Koff, que vi no Hector Lima.

Freddy & Jason

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01/jun 2012

Fósforo Carnival V

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

O Papel Pop tem todos os detalhes sobre o primeiro show da MDNA Tour da Madonna, que rolou ontem em Tel Aviv. É só pra deixar a gente mais ansioso! #vemnimim1dedezembro!

O Papelpop teve um representante no primeiro show da nova turnê de Madonna em Tel Aviv, Israel. Fernando Rodrigues, amigo do blog e fã número 1 da cantora (assim como todos nós!), acaba de contar tudo que rolou no espetáculo. [...] Lembram quando Madonna recentemente disse que Brasil e Israel tinham os publicos mais apaixonados? Ela tem razão. A tensão, o estresse, e a energia que o tal de amor gigante dos fãs desses dois países têm é bem parecida. [Ler tudo]

O Mauro Ferreira mostrou a capa do disco ao vivo que Adriana Calcanhotto gravou, pelo Multishow, registrando a turnê do disco O Micróbio do Samba. Micróbio Vivo chega às lojas em CD e DVD mês que vem, e será exibido pelo Multishow no dia 3 de junho.

Adriana Calcanhotto - Micróbio Vivo

Já tem uma data que tô querendo ler O Livro dos Mandarins, do Ricardo Lísias. O livro tá na minha estante já há alguns meses, mas ainda não peguei pra encarar. Confesso que deu mais vontade depois dessa resenha da Sharon:

Foi uma leitura suada e labutada até ajustar os vários personagens chamados Paulo, Paula, Paulinho, Paul com a narração repetitiva (que pra mim é a voz do Paulo José dizendo “o que distingue os seres humanos dos outros mamíferos é o tele-encéfalo altamente desenvolvido e o polegar opositor”). Aí fluiu como um bom filme, e eu estava assistindo o Clube da Luta na versão de quem fica na firma e vence o jogo. Às vezes eu mudava o clima pra “Psicopata Americano”, principalmente quando começava uma conversa fiada sobre auto-imagem, apresentação pessoal. Eu ficava imaginando que na próxima página ia ter um assassinato. [...] Adorei. [Ler tudo]

O Gabriel Leite tem um blog pessoal que eu acompanho já há um tempo, apesar de não ter muito o hábito de acompanhar blogs pessoais. Pois essa semana descobri que o cara tem um blog de contos também. Apesar de não ser atualizado com tanta frequência, achei o último conto, Fase de Latência, bem bacana, e por isso resolvi compartilhar. Vale a pena ler:

Aos poucos Luana percebeu o que lhe ocorria e com espanto se deu conta do absurdo que era estar espremida com um garoto no meio do mato. Pra logo mais, não se espantar. E até gostar. E achar estranho. Abusado. Tinha dez anos e estava espremida com um menino no meio do mato. O horror. Mas Dudu parecia concentrado, só tinha olhos pro jogo. Ele jamais perceberia o que estava acontecendo.

Uma coleta: Vida Fodona #327, do Matias
Uma coletânea imperdível de músicas do Franz Ferdinand, para se deliciar com uma das melhores bandas da atualidade.

Um Tumblr: Celebridades desmunhecando
Uma seleção hilária de flagras de celebridades em poses, digamos, suspeitas. Dica do youPix.

Outro Tumblr: Como eu me sinto quando…
Já indiquei esse aqui, mas vale a pena ver de novo, afinal estamos falando do tumblr brasileiro mais acessado!

No passado do Fósforo:
- Maria Gadú e Caetano Veloso se completam em duo ao vivo (30/05/2011)
- “Hear Me” é uma história de amor para se ver de coração aberto (31/05/2011)
- Versões literais para chorar de rir (02/06/2011)

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18/mai 2012

Fósforo Carnival IV

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

“Eu odeio os fãs do Los Hermanos”
Com um título desses não tinha como eu não comentar o ótimo texto do recém-descoberto ótimo blog da Lorena Calábria, jornalista que eu sempre curti, mas não sabia que estava na internet, escrevendo sobre música ainda por cima. No artigo, ela analisa o fato de muita gente, mesmo não conhecendo a banda, não gostar dos fãs.

Acontece que o desprezo pela banda já foi atropelado pela aversão aos fãs.  “Não tenho nada contra eles. Nem parei pra ouvir. Nunca fui a um show. Mas não suporto aqueles fãs”. Comentários desse tipo, já ouvi por aí. [...] Então, quando você estiver cantando todas as letras daquela banda que só os mais descolados conhecem, lembre-se: você está igualzinho a um fã do Los Hermanos.

O sempre essencial André Forastieri fez um post no mínimo polêmico sobre o que ele chama de “a tal nova MPB”:

Quem? Não se avexe. Ninguém conhece, fora jornalistas, publicitários e similares. Ninguém ouve. Ninguém se importa. Eles não fazem MPB, Música Popular Brasileira. Fazem MIP: Música Impopular Brasileira. [...]

A nova geração da música brasileira, como a nova geração do nosso cinema, e a nova geração da nossa literatura, está confortável na sua eterna impopularidade e no seu eterno sucesso de crítica. Porque vive confortavelmente sendo impopular. E os elogios da crítica, além de acariciar o ego, garantem uns caraminguás no circuito que paga bem pelo perfume da descolância. [...]

Todo mundo conhece a geração que decolou nos festivais, e eles continuam influindo nos criadores mais jovens. Continuam nas primeiras páginas dos cadernos de artes e nas capas das revistas de cultura. Os shows, 90% hits do século passado, lotam com nostálgicos de bolsos fundos. Mas Chico Buarque, Gil e Cia. não estão nas homepages dos portais, nem nos programas de auditório. Não dão clique, não atraem audiência, não fazem sucesso. Ninguém ouve. Ninguém se importa. Hoje também fazem MIP. [Ler artigo completo]

Mais links:
- Como a pirataria não foi um problema para Os Vingadores, no Gizmodo Brasil (falando nisso, shame on me, ainda não vi Os Vingadores)
- 5 motivos para assistir Being Erica, no Nem Um Pouco Épico (o post me fez ir atrás da série, e qualquer dia falo sobre o que achei)
- Entrevista com Cristiano Onofre e sorteio do “Câmera Lenta”, no vá ler um livro (me interessei bem pelo livro, muita vontade de ler)

No passado do Fósforo:
- Vale a pena ver: Happy Endings (12/05/2011)
- Novo show do Kid Abelha é um desfile de hits (16/05/2011)
- “Submarino”, de Joe Dunthorne, é literatura pop das boas (19/05/2011)

Categoria: Carnival, Coisinhas

17/abr 2012

Sonho de Consumo XVI – Caixa Los Hermanos em Vinil

Eu preciso!

Los Hermanos em Vinil

No embalo da reativação do grupo carioca Los Hermanos para turnê nacional que festeja os 15 anos da formação da banda e que vai ser iniciada por Recife (PE) em 20 de abril de 2012, a fábrica Polysom produziu e encaixotou reedições em vinil dos cinco álbuns do quarteto. Criada sob a supervisão dos músicos do grupo, a caixa Los Hermanos chega às lojas no fim deste mês de abril de 2012. Os álbuns Bloco do Eu Sozinho (2001), Ventura (2003) e Los Hermanos na Fundição Progresso (2008) foram reeditados em vinil na forma de LP duplo. Já Los Hermanos(1999) e (2005) são reeditados como LP simples. As reedições em vinil dos quatro álbuns de estúdio vão ser comercializadas de forma avulsa. Já o vinil do disco gravado ao vivo em 2007 em show na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro (RJ), vai estar disponível somente na caixa.

Via Mauro Ferreira.

Categoria: Coisinhas, Música, Sonho de Consumo

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12/abr 2012

Fósforo Carnival III

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

À medida em que se aproxima a famigerada turnê da banda Los Hermanos, a fome dos fãs por novidades sobre os caras também cresce. O tecladista Bruno Medina aparta um pouco essa vontade por novidades, respondendo 21 perguntas dos fãs em seu blog:

É preciso notar que, antes de termos uma banda juntos, somos amigos. Conheço esses caras sei lá, desde os 20 anos, e de certa forma assisti ao processo que transformou dois moleques ali da faculdade possivelmente nos dois mais brilhantes compositores da nossa geração. Ao longo dos anos aprendi a entender os limites e as qualidades de cada um quanto a este aspecto, e ouvir o trabalho que fizeram fora da banda não deixou de ser a constatação desse amadurecimento constante que eles experimentam como músicos e letristas. Considero que os dois foram muito felizes ao saber explorar nesta fase aspectos complementares à banda. Exemplo? O primeiro disco do Marcelo, na minha opinião, valoriza as canções em detrimento dos arranjos, o que, por vezes, é mais difícil de ocorrer dentro de uma banda autoral e ultra-participativa como o Los Hermanos. O disco do Little Joy, por sua vez, é marcado pela leveza, pelos arranjos despretensiosos, espaçados, o que nem sempre foi uma constante nos discos da banda. Enfim, acompanho tudo que eles participam de perto, e gosto de constatar a pluralidade que cada um deles demonstra nos novos trabalhos em que estão envolvidos. [Ler tudo]

A Ana Maria Bahiana falou sobre a (re)estreia de Titanic em 3D, em um texto que faz a genter ter vontade de sair correndo para ver o longa de James Cameron.

Com a perspectiva do tempo, fica ainda mais claro porque Titanic foi o evento cinematográfico de 1997-1998, porque conseguiu a rara combinação de altíssima bilheteria – quase 2 bilhões de dólares no mundo todo, número top durante 12 anos, só suplantado por outro de James Cameron, Avatar – e aclamação de seus colegas na industria – 14 indicações ao Oscar, 11 estatuetas: porque retomou, por um breve momento, aquilo que só a grande industria de cinema, voltada  para e impulsionada pelo mercado, pode fazer.  Por um breve momento a possibilidade de que os fabulosos pistões a vapor da gigantesca nave hollywoodiana pudessem impulsionar algo ao mesmo tempo inteligente e popular tornou-se verdade. Os ecos de um tempo em que o cinema norte americano era vital e imenso – …E O Vento Levou, westerns, musicais – voaram sobre o mundo (infelizmente acompanhados por Celine Dion. Mas ninguém é perfeito.) [Leia tudo]

E a sinopse do primeiro livro adulto da JK Rowling, você viu? A Laura Buu do Pink Vader conta pra você:

Quando Barry Fairweather morre inesperadamente ao seus quarenta anos, a pequena cidade de Pagford fica em choque.

Pagford é aparentemente, uma cidade idílica inglesa com uma praça de mercado de paralelepípedos e uma antiga abadia, mas o que está por trás da fachada bonita é uma cidade em guerra.

Rico em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com seus maridos, professores em guerra com seus pupilos… Pagford não é o que parece ser.

E o assento vazio deixado por Barry no conselho municipal logo se torna o catalisador para a maior guerra que a cidade já viu. Quem triunfará em uma eleição repleta de duplicidade, paixão e revelações inesperadas?

O livro vai se chamar The Casual Vacancy, e sai (em inglês) no dia 27 de setembro.

Falando em autoras de sagas literárias, saiu o primeiro pôster da adaptação do livro A Hospedeira (The Host), da Stephenie Meyer. Quem mostrou foi a Tábata do Happy Batatinha. Veja lá!

Um Tumblr: Como eu me sinto quando…
É de rolar de rir. São GIFs que tentam expressar como a gente se sente quando alguma coisa acontece na nossa vida.

Categoria: Carnival, Coisinhas

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