27/jun 2011

Sonho de Consumo III – Acessório para carro do Woody

Hang on Woody!

 

Muito cool! E falando nisso, o Tom Hanks tá falando por aí que a Pixar vai fazer Toy Story 4. E eu só pergunto: precisa?

Categoria: Cinema, Coisinhas, Sonho de Consumo

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26/jun 2011

Se Beber Não Case II

O mais óbvio a se dizer ao começar uma crítica de Se Beber Não Case II é que a história do longa é muito, mas MUITO, parecida com a do primeiro filme. Não é exagero dizer que os roteiristas devem ter se limitado a trocar uma outra linha do roteiro, uma palavra aqui e outra ali e pronto, temos um novo filme!

Se Beber Não Case II

Assim como no primeiro longa, um dos personagens principais (dessa vez é o Stu de Ed Helms) vai se casar, e durante a despedida de solteiro com os amigos, por causa do consumo de coisinhas nem tão lícitas, acabam enlouquecendo e acordando no dia seguinte em um lugar estranho (no primeiro era uma suíte de luxo em Vegas, no segundo uma pocilga em Bangcoc), com um animal estranho no quarto (no primeiro era um tigre, no segundo um adorável macaquinho que adora fumar), uma parte do corpo faltando (um dente no filme 1, um dedo no 2), elementos que foram parar ali ninguém sabe como (uma aliança no dedo de Stu ou uma tatuagem no rosto do mesmo) e uma pessoa perdida (o próprio noivo no primeiro filme, e o irmão da noiva neste segundo).

Não me entenda errado, achei o primeiro filme sensacional, dei muitas risadas e achei a história interessante e increvelmente grudenta. O grande problema deste novo filme é que ele, apesar de ter estrutura idêntica ao primeiro, acaba apelando um pouco demais. Por exemplo, as piadas escatológicas e sexuais que proliferam neste longa são, muitas vezes, completamente desnecessárias (a cena em que Stu descobre o que aconteceu entre ele e uma prostituta, por exemplo, poderia ter ficado no campo da insinuação em vez de ser tão explícita, mas aí haveria o risco do público não entender a ironia). Além disso, Alan (Zach Galifianakis), considerado por muitos o melhor personagem do longa (para mim os melhores personagens são o macaco e Mr. Chow), não vai muito além do que já havia mostrado no primeiro filme (aliás, o papel é uma repetição de todos os que o ator já fez em sua carreira, o que me leva a questionar o motivo dele ser o novo queridinho da comédia americana). Até Stu, que tem ótimos momentos, tem também momentos de extremo exagero, ficando caricaturalmente afetado.

Se Beber Não Case II

Mas o mais impressionante disso tudo é que, apesar de tudo, Se Beber Não Case II é um filme que prende a atenção até a última cena (ou até depois dela, considerando a sequência de fotos durante os créditos, que é uma das partes mais engraçadas do longa), graças à sua estrutura de ir revelando aos poucos os desdobramentos da noite anterior, ainda que a revelação final venha de um insight digno de um episódio de House. É essa estrutura que faz com que saiamos do cinema achando que perdemos tempo assistindo a esse filme, mas com a certeza de que, quando sair Se Beber Não Case III (e ele já está em produção) estaremos ali novamente.

Categoria: Cinema, Críticas

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23/jun 2011

Veja poster e trailer do novo Footloose

Footloose

Em outubro chega aos cinemas americanos a nova versão de Footloose, aquele clássico da Sessão da Tarde com Kevin Bacon. O filme conta a história de uma cidade em que dançar é proibido, por causa de uma tragédia ocorrida por lá, até que um rapaz (Bacon, no original de 1984, que agora será feito por Kenny Wormald) chega e quer mudar essa lei, e ainda se apaixona pela filha do responsável pelo banimento da dança (Julianne Hough).

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Pra ser muito sincero, não posso falar muito porque não vi o original, mas ainda assim não boto muita fé nesse remake (lembre-se que Zac Efron pulou fora do projeto pois achou que ele não acrescentaria nada ao longa de 84). De qualquer forma a única coisa que sei sobre Footloose é isso aqui:

Categoria: Cinema, Trailers

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22/jun 2011

Woody (Allen)

Woody

Woody ou Woody Allen? Cool! Daqui.

Categoria: Cinema, Coisinhas

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19/jun 2011

Veja o trailer do filmes dos Muppets

Quer um motivo para esperar de pé por esse filme? Ok, são os Muppets!!! Não se convenceu? O elenco “humano” é encabeçado por Jason Segel (de How I Met Your Mother) e pela fofa da Amy Adams (de Julie & Julia). Quer mais? Veja o trailer do longa, lançado nesse fim-de-semana, e aguarde até janeiro de 2012.

http://www.youtube.com/watch?v=Ay5skbka9Yk

De férias em Los Angeles, Walter, o maior fã dos Muppets, com seus amigos Gary (Jason Segel) e Mary (Amy Adams), descobre o plano nefasto de Tex Richman (Chris Cooper) de demolir o teatro dos Muppet para explorar petróleo em seu terreno. Para organizar o maior Teleton Muppet da história e angariar 10 milhões de dólares para salvar o teatro, Walter, Mary e Gary ajudam Caco, o sapo, a reunir os Muppets, que tomaram diferentes caminhos na vida: Fozzie toca em uma banda chamada Moopets, Miss Piggy é uma editora de moda para tamanhos grandes na Vogue Paris, Animal está numa clínica para controle da raiva, e Gonzo é um magnata da área de encanamentos.

Categoria: Cinema, Trailers

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17/jun 2011

Sonho de Consumo I – Lego Harry Potter

Lego Harry Potter

Custa só $58,40 na Amazon. Vi no Geek Alerts.

Categoria: Cinema, Coisinhas, Sonho de Consumo

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16/jun 2011

Contra o Tempo

Contra o Tempo PosterImagine acordar de repente, dentro de um trem, com uma mulher que você não conhece, te chamando por um nome que não é o seu. O mais assustador: você vai ao banheiro, se olha no espelho e vê um rosto totalmente estranho ao seu. Pois esse é o drama que vive Colter Stevens (Jake Gyllenhaal), logo no começo de Contra o Tempo.

De cara fique avisado que Contra o Tempo não tem a menor plausibilidade. A premissa científica do filme é totalmente absurda, e nem vale a pena tentar entender.  Basicamente, Colter é um soldado americano que é colocado para reviver os 8 últimos minutos de vida de um homem, que viaja em um trem prestes a ser explodido. Nesse tempo, ele deve investigar as pessoas e o ambiente, a fim de descobrir o responsável pelo ataque e, assim, tentar impedir uma segunda tragédia. Para isso, ele é mandado para os 8 minutos finais de vida de um passageiro do trem, repetidas vezes. É aí que Contra o Tempo se assemelha ao clássico Feitiço do Tempo, à medida em que Colter vai aprendendo coisas novas a cada vez que vive aqueles minutos, e usa isto quando volta novamente a viver aquilo. Algumas cenas são idênticas aos do longa de 1993, quando Colter decora a sequência de eventos acontecendo à sua volta.

A grande sacada do longa do diretor Duncan Jones (de Lunar) é justamente irmos descobrindo junto com Colter o que acontece, e dá pra entender completamente a confusão dele em determinado momento, pois estamos vivendo a mesma confusão. Também é interessante a forma como se desenvolve a relação entre ele e Christina (Michelle Monaghan), a mulher cuja relação com seu alter ego em momento algum sabemos exatamente qual é, mas recebemos algumas pistas ao longo do filme e vemos surgir um novo relacionamento entre eles.

Enfim, Contra o Tempo pode não ser uma obra prima, mas diverte e tem seus momentos de deixar a gente na pontinha da cadeira.

Categoria: Cinema, Críticas

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15/jun 2011

Um tributo a David Fincher

Não precisa sacar muito de cinema pra saber que David Fincher é um dos grandes diretores em atividade na indústria de Hollywood. Alguns dos filmes mais bacanas já produzidos têm a assinatura do cara. Quer ver? A Rede Social, Clube da Luta, Seven, Alien 3 e O Quarto do Pânico, só pra citar os meus cinco favoritos. E ainda tem Zodíaco, O Curioso Caso de Bejamin Button e o ainda vindouro mas já aguardado The Girl With The Dragon Tattoo. Por isso mesmo, é tão imperdível esse tributo feito ao diretor, com trechos desses e outros filmes dele. Veja aí:

Categoria: Cinema, Coisinhas

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12/jun 2011

As 5 melhores declarações de amor do cinema

Nada melhor que aproveitar o dia dos namorados para fazer aquela declaração de amor no capricho. Se estiver faltando inspiração, dê uma olhada nestas que são algumas das mais românticas, bonitas, emocionantes e originais declarações de amor do cinema. Veja aí (e prepare um lenço, só para o caso de cair um cisco em seu olho)!

Simplesmente Amor
O filme inteiro é uma costura de histórias de amor. Mas com certeza a mais original é aquela que Mark (Andrew Lincoln), apaixonado por Juliet (Keira Knightley), esposa do seu melhor amigo, aproveita a época do natal para fazer uma criativa e bem humorada declaração de amor. Tinha como não colar?

 

With any luck, by next year – I’ll be going out with one of these girls.
[shows pictures of beautiful supermodels]
But for now, let me say – Without hope or agenda – Just because it’s Christmas – (And at Christmas you tell the truth) – To me, you are perfect – And my wasted heart will love you – Until you look like this.
[picture of a mummy]
Merry Christmas.

Com alguma sorte, no ano que vem – estarei saindo com alguma destas garotas.
[fotos de modelos]
Mas, por agora, deixe-me dizer – sem esperança ou planos – só porque é Natal – (e no Natal você fala a verdade) – Para mim, você é perfeita – E meu arrasado coração vai amar você – Até que você fique assim
[foto de uma múmia]

 

Um Lugar Chamado Notting Hill
O filme conta a história do romance entre Anna Scott (Julia Roberts) e William (Hugh Grant), uma famosa atriz de cinema e um vendedor de livros, e todas as dificuldades que envolvem um relacionamento deste tipo. O momento mais bonito do filme é um pequeno diálogo, uma simples e direta declaração de amor que Anna faz a William: “I’m just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her” (Sou apenas uma garota, parada em frente a um garoto, pedindo que ele a ame). Matador!

 

10 Coisas Que Eu Odeio Em Você
O filme é uma versão teen moderna de A Megera Domada, de Shakespeare (que também ganhou, no Brasil, uma adaptação para novela, na ótima O Cravo e a Rosa). Na história, uma garota (Larisa Oleynik) só pode ir ao baile de formatura se a irmã casca grossa (Julia Stiles) também tiver um par. Interessado em sair com Bianca, Cameron (Joseph Gordon-Levitt) paga Patrick Verona (Heath Ledger) para conquistar Kat. Apesar do jeito grosseiro e meio bad boy, é claro que ele a conquista, e é claro que acaba também se apaixonando. O filme te duas cenas especialmente belas. A serenata de Patrick para Kat nas arquibancadas da escola, ao som da clássica Can’t Take My Eyes Off You, é de suspirar. Mas a cena que escolhi para esse post é o pema que Kat escreve e de onde sai o título do filme. Veja e mantenha os olhos secos:

 

I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair. I hate the way you drive my car. I hate it when you stare. I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind. I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme. I hate it, I hate the way you’re always right. I hate it when you lie. I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry. I hate it when you’re not around, and the fact that you didn’t call. But mostly I hate the way I don’t hate you. Not even close, not even a little bit, not even at all.

Odeio o modo como você fala comigo e o modo como você corta seu cabelo. Odeio o modo como você dirige o meu carro e odeio quando você me encara, odeio suas enormes botas de combate e o modo como você lê minha mente. Odeio tanto você que isso me deixa doente, e até me faz rimar. Eu odeio… odeio o mod como você está sempre certo e odeio quando você mente. Eu odeio quando você me faz rir e mais ainda quando me faz chorar. Eu odeio quando você não esta por perto e o fato de não me ligar. Mas mais que tudo, odeio o fato de não conseguir te odiar. Nem um pouquinho, nem por um segundo.

 

A História de Nós Dois
Michelle Pfeiffer e Bruce Willis são Katie e Ben, um casal que vive uma crise terminal no casamento: os dois não se suportam, e não há diálogo. A única coisa que os mantém unidos são os dois filhos adolescentes. É durante as férias das crianças que eles resolvem se separar e, entre lembranças dos 15 anos de casados e a tentativa de reconstruir a vida, descobrem que o amor ainda existe ali, só precisa ser redespertado. É nesse contexto que, quando as crianças voltam de férias e o casal precisa decidir se conta para Erin e Josh sobre a separação ou vão todos juntos a uma lanchonete, Michelle Pfeiffer brilha em um monólogo final que é o ponto alto do longa, e o momento catártico que resolve a situação do casal. É de arrepiar e de se assistir várias e várias vezes.

 

There’s a history here, and histories don’t happen overnight. In Mesopotamia or Ancient Troy there are cities built on top of other cities, but I don’t want another city, I like this city. I know what kind of mood your in when you wake up by which eyebrow is higher, and you know I’m a little quiet in the morning and compensate accordingly, that’s a dance you perfect over time. And it’s hard, it’s much harder than I thought it would be, but there’s more good than bad and you don’t just give up! And it’s not for the sake of the children, but God they’re great kids aren’t they? And we made them, I mean think about that! It’s like there were no people there, and then there were people and they grew, and an an an I won’t be able to say to some stranger Josh has your hands or remember how Erin threw up at the Lincoln Memorial And I’ll try to relax, let’s face it, anybody is going to have traits that get on your nerves, I mean, why shouldn’t it be your annoying traits, and I know I’m no day at the beach, but I do have a good sense of direction so I can at least find the beach, which isn’t a weakness of yours, it’s a strength of mine. And God your a good friend and good friends are hard to find. Charlotte said that in Charlottes Web and I love how you read that to Erin and you take on the voice of Wilber the Pig with such dedication even when your bone tired. That speaks volumes about character! And ultimately, isn’t that what it comes down too? What a person is made of? That girl in the pin helmet is still here ‘bee boo bee boo’ I didn’t even know she existed until you and I’m afraid if you leave I may never see her again, even though I said at times you beat her out of me, isn’t that the paradox? Haven’t we hit the essential paradox? Give and take, push and pull, the yen the yang. The best of times, the worst of times!I think Dickens said it best, ‘He could eat no fat, his wife could eat no lean’, but, doesn’t really apply here does it? What I’m trying to say is, I’m saying Chow Fun’s because, I love you!

Há uma história aqui, e histórias não acontecem do dia para a noite. Na Mesopotâmia ou na Tróia antiga há cidades construídas sobre outras cidades, mas eu não quero construir outra cidade. Gosto dessa. Eu sei onde guardamos a Bactine e como você está pela sobrancelha que levanta. Você sabe que sou mais calada de manhã e compensa de acordo. Essa dança se aperfeiçoa com o tempo. E é mais difícil do que eu pensei que fosse, mas há mais bom que ruim. E não devemos desistir! E não é por causa das crianças. Mas eles são demais não são? E nós os fizemos! Quer dizer, pense nisso. Não havia ninguém lá, e depois havia. E eles cresceram. Não vou poder dizer a um estranho: “Josh tem as suas mãos” ou “Lembra como Erin vomitou no Lincoln Memorial”? E vou tentar relaxar. Vamos admitir, todos têm características irritantes. Por que com você seria diferente? E eu não sou bolinho. Mas tenho bom senso de direção e consigo achar a padaria. O que não é uma crítica a você, é só uma qualidade minha. Meu Deus, você é um bom amigo. E bons amigos são difíceis de achar. Charlotte diz isso em “A Teia de Charlotte”. Adoro o jeito como lê para Erin. Você faz a voz de Wilbur com tanto empenho mesmo quando está exausto. Isso diz muito sobree um caráter. E no fim não é isso que importa? O que a pessoa é? Porque aquela garota de capacete ainda está aqui “bee boo bee boo”. Eu nem sabia que ela existia até conhecer você. E tenho medo que, se me deixar, talvez eu nunca mais a veja. Mesmo tendo dito que você a tirou de mim. Não é um paradoxo? Não chegamos ao paradoxo essencial? Dar e tomar, empurrar e puxar, yin e yang, os bons e os maus momentos. Dickens disse bem. Jack Sprat. Ele não podia comer gordura. A esposa, carne magra. Mas isso não se aplica aqui, não é? O que estou tentando dizer é, vamos a Chow Fun’s porque eu te amo!

 

Moulin Rouge
O musical que reegueu o gênero em Hollywood é o meu filme favorito de todos os tempos, e a história de amor entre Christian (Ewan McGregor) e Satine (Nicole Kidman) é de cortar o coração. Fica difícil escolher a melhor declaração de amor do longa. Há o primeiro encontro entre Christian e Satine, quando ele a conquista interpretando Your Song, e há Come What May, a canção que serve de código entre os dois. Mas talvez o momento máximo do filme, a mais bela declaração de amor feita pelo personagem de McGregor seja a bela colagem de canções pop em cima do Elefante, que começar com uma Satine cética, afirmando não ser capaz de amar, mas que ao final se entrega totalmente a Christian.

 

“A coisa mais importante que se pode aprender na vida é amar e, em troca, amado ser.”

Categoria: Cinema, Listas

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11/jun 2011

A fórmula do sucesso no cinema

Li uma vez em algum lugar que, se a gente analisar bem, existem somente algumas poucas histórias básicas que são contadas na literatura e no cinema, modificadas aqui e ali para parecer uma história totalmente nova. Duvida? Então veja esse gráfico que o Pleated Jeans criou, revelando a fórmula de sucesso de alguns filmes, que têm a mesma estrutura. Genial!

A fórmula do sucesso no cinema

Categoria: Cinema, Coisinhas

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