5 passos na evolução de J. J. Abrams
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Com a estreia de Super 8 nesse fim-de-semana, mais um grande êxito de J.J. Abrams ganha as telas no Brasil. Para aquecer, escolhi 5 pontos do currículo dele que mostram um pouco da evolução deste que é um dos grandes nomes da cultura pop atual.
Armageddon
Talvez a primeira coisa que você lembre quando se fala em Armageddon seja a música do Aerosmith, mas esse imenso sucesso de 1998 foi o primeiro ponto de J.J. Abrams, que foi um dos roteiristas do filme e ajudou o longa a superar até seu ídolo Spielberg, que naquele ano lançava O Resgate do Soldado Ryan. É um filme-catástrofe dirigido pelo Michael Bay, sim, mas já tem o toque de J.J.
Felicity
Primeira incursão de Abrams na TV, em 1998, foi também a primeira vez que o cara dirigiu alguma coisa. Felicity tinha tudo para ser mais uma série adolescente, sobre uma universitária que muda de cidade só para ir atrás do cara que ela gosta (o detalhe é que eles trocaram duas palavras na vida), mas acabou virando um dos seriados mais legais da WB. Um detalhe interessante é que Felicity experimentou novas linguagens em episódios específicos. Um deles virou um clássico: é um gravado em preto-e-branco, no melhor estilo Além da Imaginação, em que Felicity e seus amigos ficam presos dentro de uma caixa (a mesma caixa que Meghan, colega de quarto de Felicity, guardava e escondia seu conteúdo). No final, mais um toque J.J.: antes de finalmente escolher entre Ben e Noel, Felicity viajou no tempo para ponderar sua escolha (sim, para felicidade geral da nação e MINHA infelicidade, ela ficou com Ben).

Lost
Foi aqui que J.J. Abrams virou o fenômeno que todos nós conhecemos. O que parecia mais uma história de naufrágos, virou uma das séries mais cultuadas de todos os tempos, e certamente aquela que mudou para sempre a forma como as pessoas se relacionam com as séries de TV. Abrams dirigiu em 2004 o piloto mais caro da TV até hoje, e ganhou seu primeiro e único Emmy. Foi com Lost que ele pôs em prática sua fascinação pelo desconhecido, assunto que ele discorre com maestria na já clássica palestra que ele deu no evento TED em 2007. Vale a pena ver:
Cloverfield
J.J. Abrams bebeu nas águas de Bruxa de Blair para produzir este longa, de 2008, que teve uma das primeiras campanhas de divulgação feitas de forma viral e cheia de mistérios. O filme em si nem é assim tão maravilhoso, mas vale pela estratégia de marketing, outro trunfo que Abrams sempre usou.

Star Trek
A tarefa de J.J. Abrams aqui era hercúlea: dar um reboot em uma das franquias mais famosas da cultura pop, agradando aos fãs xiitas e atraindo gente nova. Missão mais que cumprida. Star Trek atingiu em cheio os fãs de longa data e, de quebra, atingiu um novo público. Resultado: o toque de Midas de J.J. Abrams tornou este longa de 2009 o mais lucrativo da franquia.

Reduzir a trajetória de J.J. Abrams em apenas 5 passos pode parecer até sacrilégio, afinal ficaram de fora pérolas como Alias, Missão: Impossível III e, é claro, Fringe. Isso sem contar com o que ainda vem pela frente. Além de Super 8, ele é responsável por duas das séries mais esperadas do fall season 2011-2012: Alcatraz e Person of Interest, além das continuações de Star Trek, Cloverfield e Missão: Impossível.
Categoria: Cinema, Listas, Televisão
Tags: Armageddon, Cloverfield, Felicity, J.J. Abrams, Lost, Star Trek





A Pixar parece ter predileção especial pela cor azul. Dois dos meus personagens favoritos dos filmes da Pixar são dessa cor: a esquecida Dory, de Procurando Nemo, e o nada assustador monstro James P. Sullivan (Sully, para os íntimos), de Monstros S/A, que não faz mal nenhum a ninguém. O mesmo não se pode dizer ao rato Comichão, que em Os Simpsons, vive matando o gato Coçadinha, com requintes de crueldade.

Na história, ao fugir de Gargamel (Hank Azaria), cinco dos 99 smurfs e a Smurfette atravessa um portal mágico e vão parar na frenética New York, onde acabam caindo no apartamento de Patrick (Neil Patrick Harris, muito mais simpático do que o Barney de How I Met Your Mother) e Grace (Jayma Mays, a obcecada professora de Glee), que têm que ajudar os pequeninos a se livrar de Gargamel e Cruel, e no meio do caminho aprender uma importante lição sobre a vida.






