31/mai 2012

Vem aí mais um disco de Fernanda Takai

Como fã que sou do Pato Fu e da doçura da Fernanda Takai, fiquei mega feliz quando soube dessa: a cantora vai lançar mais um disco solo. Dessa vez, o álbum é uma parceria com ninguém menos que Andy Summers, o guitarrista do The Police. Os dois se conheceram em 2010, quando Summers gravou o DVD United Kingdom of Ipanema, no qual Takai fez uma participação. O encontro entre eles inspirou Summers, que compôs várias canções inspiradas na voz doce de Fernanda. São elas que integram o disco, batizado de Fundamental, que a Deck coloca no mercado agora em julho, no Brasil, Japão, EUA e Europa.

 Fernanda Takai e Andy Summers

O álbum promete ser uma deliciosa mistura de pop e bossa nova, e foi gravado no estúdio de Andy Sumers na California. Além de Fernanda nos vocais e Andy no violão e guitarra, o disco ainda terá a participação de Marcos Suzano, na percussão, e Abraham Laboriel Senior, no baixo. Entre as 11 faixas do projeto, 5 são em português (composições de Summers, Fernanda, John Ulhoa e Zélia Duncan) e as outras 6 cantadas em inglês.

Fala sério se não vem coisa boa por aí! Ansioso para ouvir em 3, 2, 1…

Categoria: Música

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30/mai 2012

Um ano (e mais um pouco) de Fósforo (#500)

Os mais atentos devem ter notado que, no fim das contas, o aniversário deste blog meio que passou em branco por aqui. Sim, este espaço começou os serviços em 25 de abril do ano passado, mas por conta de um monte de atribulações (você deve ter notado que o movimento por aqui anda meio lento nas últimas semanas), acabei deixando para citar a data um pouco mais pra frente, porque não queria comemorar de qualquer jeito. Mas como o momento certo não chegava, e eu não queria esperar muito mais, eis que nosso post comemorativo é este que você lê, até porque aproveito para celebrar outra marca histórica: sim, este aqui é o post número 500!

Nem tenho muito o que dizer, além de agradecer a você, leitor, habitual ou não, que tem feito com que o Fósforo, sistematicamente, tenha a cada mês um aumento no número de acessos, mais comentários, mais pessoas envolvidas e, consequentemente, seja um espaço cada vez mais aconchegante, para mim e para você.

A Escolha, de Nicholas Sparks

E como aniversário sem presente não tem graça, tenho um para você: um exemplar do livro A Escolha, do autor de best-sellers Nicholas Sparks, cortesia da editora parceira Novo Conceito, como sempre em um kit super bacana. Confesso que nunca li nada do Nicholas, mas me interessei bastante por essa obra, cuja sinopse você confere aqui:

Travis Parker possui tudo o que um homem poderia ter: a profissão que desejava, amigos leais, e uma linda casa beira-mar na pequena cidade de Beaufort, Carolina do Norte. Com uma vida boa, seus relacionamentos amorosos são apenas passageiros e para ele, isso é o suficiente. Até o dia em que sua nova vizinha, Gabby, aparece na porta. Apesar de suas tentativas de ser gentil, a ruiva atraente parece ter raiva dele. Ainda sim, Travis não consegue evitar se engraçar com Gabby e seus esforços persistentes o levam a uma jornada que ninguém poderia prever. Abrangendo os anos agitados do primeiro amor, casamento e família, A Escolha nos faz confrontar a questão mais cruel de todas: Até onde você iria manter o amor de sua vida?

A dinâmica é a mais simples possível: deixe um comentário neste post e pronto, está participando. Ah, também peço que você curta o blog no Facebook (veja ali na barra lateral). Tá valendo até dia 6 de junho, e solto o resultado na quinta, dia 7, certo?

Categoria: Bastidores, Livros, Promoções

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25/mai 2012

Desafio Literário 2012 V – As Montanhas de Buda, de Javier Moro [Resenha XX]

Desde o começo do Desafio Literário 2012, tenho procurado dar preferência a ler livros que eu já tenha em minha estante e ainda não tenha lido. Por isso foi fácil escolher um livro com o tema do mês (fatos históricos), pois As Montanhas de Buda era o único que se encaixava no tema e eu ainda não havia lido. Comprei esse livro lá em outubro (e até falei sobre isso aqui), mas só agora fui lê-lo. E fiquei realmente surpreendido.

As Montanhas de BudaAs Montanhas de Buda, do espanhol Javier Moro, conta a história real de Kinsom e Yandol, duas monjas tibetanas que, depois de serem presas e torturadas por defender a libertação do Tibete da dominação chinesa, resolvem fugir para a Índia, com o objetivo de encontrar o Dalai Lama. Pelo menos é essa a história dos capítulos ímpares da obra. Já os capítulos pares traçam a trajetória de Tenzin Gyatso, um homem que, aos dois anos de idade, é revelado como a décima quarta encarnação do Dalai Lama, o líder espiritual supremo do budismo tibetano. A narrativa das monjas e sua jornada para escapar dos chineses e a do Dalai Lama é entremeada pela história do Tibete durante a violenta colonização chinesa.

Ler As Montanhas de Buda foi uma experiência sofrida e gratificante. Sofrida porque é difícil de acreditar que as atrocidades cometidas pelos chineses com os tibetanos, submetidos a cruéis torturas por não aceitarem a dominação (e, infelizmente, é tudo verdade). Mas ao mesmo tempo gratificante, ao conhecer um pouco mais sobre um povo que, apesar de todo o sofrimento, mantém a fé, a coragem e a cabeça erguida para resistir à dominação. Confesso que sabia muito pouco sobre o Tibete (também conhecido como “o teto do mundo”), e menos ainda sobre a forma como a China encara o país.

A narrativa de Javier Moro é bastante rica. A história foi bastante fundamentada pelo autor, que entrevistou os principais envolvidos na trama, incluindo Kinsom e Yandol, além do próprio Dalai Lama. Apesar de, em vários momento, Javier lançar mão da transcrição de depoimentos das personagens, dando um tom mais jornalístico ao livro, na maior parte do tempo o autor conta a história de forma romanceada, como se estivéssemos lendo uma boa história de ficção, cheia de suspense, sofrimento e emoção.

No espírito do tema do mês no Desafio, esperava ler uma história que me fizesse entender melhor um fato histórico, de uma forma que somente a literatura pode fazer. Posso dizer que minhas espectativas foram totalmente atendidas. Dificilmente eu entenderia de maneira tão contundente a história recente do Tibete por outro meio.

Categoria: Livros, Resenhas

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18/mai 2012

Fósforo Carnival IV

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

“Eu odeio os fãs do Los Hermanos”
Com um título desses não tinha como eu não comentar o ótimo texto do recém-descoberto ótimo blog da Lorena Calábria, jornalista que eu sempre curti, mas não sabia que estava na internet, escrevendo sobre música ainda por cima. No artigo, ela analisa o fato de muita gente, mesmo não conhecendo a banda, não gostar dos fãs.

Acontece que o desprezo pela banda já foi atropelado pela aversão aos fãs.  “Não tenho nada contra eles. Nem parei pra ouvir. Nunca fui a um show. Mas não suporto aqueles fãs”. Comentários desse tipo, já ouvi por aí. [...] Então, quando você estiver cantando todas as letras daquela banda que só os mais descolados conhecem, lembre-se: você está igualzinho a um fã do Los Hermanos.

O sempre essencial André Forastieri fez um post no mínimo polêmico sobre o que ele chama de “a tal nova MPB”:

Quem? Não se avexe. Ninguém conhece, fora jornalistas, publicitários e similares. Ninguém ouve. Ninguém se importa. Eles não fazem MPB, Música Popular Brasileira. Fazem MIP: Música Impopular Brasileira. [...]

A nova geração da música brasileira, como a nova geração do nosso cinema, e a nova geração da nossa literatura, está confortável na sua eterna impopularidade e no seu eterno sucesso de crítica. Porque vive confortavelmente sendo impopular. E os elogios da crítica, além de acariciar o ego, garantem uns caraminguás no circuito que paga bem pelo perfume da descolância. [...]

Todo mundo conhece a geração que decolou nos festivais, e eles continuam influindo nos criadores mais jovens. Continuam nas primeiras páginas dos cadernos de artes e nas capas das revistas de cultura. Os shows, 90% hits do século passado, lotam com nostálgicos de bolsos fundos. Mas Chico Buarque, Gil e Cia. não estão nas homepages dos portais, nem nos programas de auditório. Não dão clique, não atraem audiência, não fazem sucesso. Ninguém ouve. Ninguém se importa. Hoje também fazem MIP. [Ler artigo completo]

Mais links:
- Como a pirataria não foi um problema para Os Vingadores, no Gizmodo Brasil (falando nisso, shame on me, ainda não vi Os Vingadores)
- 5 motivos para assistir Being Erica, no Nem Um Pouco Épico (o post me fez ir atrás da série, e qualquer dia falo sobre o que achei)
- Entrevista com Cristiano Onofre e sorteio do “Câmera Lenta”, no vá ler um livro (me interessei bem pelo livro, muita vontade de ler)

No passado do Fósforo:
- Vale a pena ver: Happy Endings (12/05/2011)
- Novo show do Kid Abelha é um desfile de hits (16/05/2011)
- “Submarino”, de Joe Dunthorne, é literatura pop das boas (19/05/2011)

Categoria: Carnival, Coisinhas

17/mai 2012

Você já viu o Trolalá MTV?

Você já passou um trote maroto para alguém? Se você se divertia a rodo ligando para a sua vizinha e perguntando se era do açougue, imagine o que é ver a pessoa mais engraçada do Brasil passando os trotes mais nonsense, na TV, ao vivo! Pois é isso que é o Trolalá MTV, o mais novo programa da MTV Brasil, apresentado pelo Paulinho Serra e pela Tatá Werneck.

Trolalá MTV

Pessoas, numa boa, se eu pudesse te dar uma dica para o seu futuro, só uma, acredite, eu te diria use filtro solar assista ao Trolalá! Se eu já era fã da Tatá Werneck (a ponto de persegui-la no VMB ano passado), agora não dá pra negar que ela é a melhor comediante do país, de longe. Paulinho Serra também é bom à beça, a química entre os dois é incrível, mas Tatá rouba a cena total, com tiradas que me fizeram quase chorar de tanto rir. Como quando ela liga para uma clínica de estética e diz que tem um pé de alface crescendo na virilha, ou quando, falando com um detetive particular, fala sobre a desconfiança da traição do marido: ”Eu desconfio que meu marido está me traindo, eu vejo ele com uma mulher na minha cama, gemendo, mas eu não posso garantir nada”.

O programa vai ao ar na MTV de segunda a sexta (sendo que na sexta rola tipo os melhores momentos da semana), às 19h, e tem reprise às 21h45. Pena que sejam só 15 minutos diários. E a bagaça é ao vivo, o que mostra ainda mais o poder de improvisação dos dois, e como a MTV deu outra bola dentro, colocando no ar o melhor programa humorístico da TV brasileira, usando apenas um chromakey tosco, um telefone pendurado no teto e dois humoristas maravilhosos.

Categoria: Televisão

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15/mai 2012

Veja preview de 4 minutos do novo Homem-Aranha

Você sabe que eu estou empolgado com esse reboot do Homem-Aranha com o Andrew Garfield, mas me incomoda um pouco o excesso de divulgação de O Espetacular Homem-Aranha. A impressão que fica é que não vai sobrar nenhuma surpresa para quando o filme estrear de fato, em 3 de julho. De qualquer forma, veja aí que empolgante esse preview de 4 minutos divulgado ontem:

Categoria: Cinema, Trailers

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13/mai 2012

Veja o lindo clipe de Segunda Pele, da Roberta Sá

Segunda Pele é o quinto disco da cantora Roberta Sá, favorita absoluta deste blog (estou devendo falar sobre o disco, aliás). Pois a linda faixa-título do álbum acaba de ganhar um belo clipe, em que Roberta seduz o espectador enquanto sobe uma escada em caracol.

Roberta, vale lembrar, está na trilha sonora da novela Cheias de Charme, com a também maravilhosa Pavilhão de Espelhos, que também tem um belo clipe em circulação.

Categoria: Clipes, Música

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10/mai 2012

Ouça a nova música da Alanis na íntegra

Sei que estou meio em falta com o blog, mas já já coloco tudo em ordem…

Enquanto isso ouve aí, agora inteirinha, a música Guardian, que estará no novo disco que Alanis Morissette lança em agosto, sobre o qual eu falei ali embaixo.

É fofa, é grudenta, é Alanis!

Categoria: Música

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05/mai 2012

Em agosto tem disco novo de Alanis Morissette

Me pergunte o nome da minha cantora favorita de todas, e vou te responder sem titubear. Quer saber qual o primeiro show internacional ao qual assisti? Mesma resposta. Por isso não se espante se eu der faniquitos de alegria com essa notícia: o novo disco da Alanis Morissette sai em agosto.

(Pausa para emocionar.)

Então… o sétimo disco da canadense vai se chamar Havoc and Bright Lights (Destruição e luzes brilhantes, em tradução livre), e será lançado em 28 de agosto, “apenas” quatro anos depois do último álbum dela, Flavors of Entanglement.

Alanis Morissette - Guardian

O primeiro single do disco vai se chamar Guardian, a capa você vê aí em cima, e dá pra ouvir um trechinho em 3, 2, 1…

O trecho é bem curtinho, nem dá pra sacar direito a canção. Só dá pra dizer que é Alanis em sua melhor forma. Bora fazer contagem regressiva?

Categoria: Música

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02/mai 2012

Nunca mais vai existir um cãozinho como esse…

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?
De Marley e Eu

Podia ter sido qualquer um dos quatro ou cinco filhotes que disputavam a minha atenção. Cinco salsichinhas, espertas e serelepes, que pulavam, corriam e davam gritinhos de alegria. Mas por algum motivo (destino?) me encantei por aquele menorzinho, marronzinho, tímido (como eu), paradinho em um canto. E não houve quem mudasse a minha ideia. Ali começava uma amizade que duraria belos 14 anos.

Toby

Quando o Toby veio morar comigo, eu tinha 17 anos, iniciava o último ano do colegial e não tinha ideia do que ia fazer da vida. De lá pra cá, estudei para dois vestibulares, fiz uma faculdade e meia, estudei para concursos, passei em alguns, trabalhei, fiz (e desfiz) amizades, e só uma coisa não mudou nesse tempo todo: a presença daquele cãozinho, que fazia questão de estar sempre por perto, que se aninhava ao meu lado enquanto eu estudava, lia ou mexia no computador.

TobyTodo dono de cachorro deve dizer isso, mas não existe um cãozinho como o Toby: calmo a ponto de fazer com que duas ou três pessoas perdessem o medo de cachorro (mas quando saía na rua latia sem parar, como quem dissesse “sai da frente que eu tô passando”). Tão carinhoso que conquistou um lugar dentro de casa, quando ninguém na família admitia ter um animal convivendo diretamente. Sistemático, também, dava aquele suspiro impaciente e mudava de posição quando se esbarrava nele durante o sono (“será que eu posso dormir um pouco?”). E que sono! Bastava encostar, onde fosse, mesmo que no colo de uma visita (sem cerimônia alguma), e já já os olhinhos estavam fechados, e até um ronquinho dava pra ouvir. Dizem que os cães têm a personalidade do dono. Se é assim, tenho um orgulho danado de ter tido um cão como o Toby, porque não havia quem não gostasse dele.

Certa vez, em um seriado de TV, um personagem dizia que perder um cãozinho de estimação é tão doloroso quanto perder um membro da família. Deve ser verdade! Só quem tem e gosta de cães sabe o quanto esses animais enchem a vida da gente, fazendo festa, dando carinho e agindo como se fossêmos as pessoas mais importantes do mundo. Opa, mas pra eles somos mesmo. Nunca mais vai existir um cãozinho como o Toby, carinhoso e carismático. Não é à toa o fato de vários amigos meus, que conviveram em minha casa nesses 14 anos, terem ficado tristes, tocados, quando souberam que ele tinha partido. Toby era o cãozinho perfeito e, me desculpe, nunca mais vai existir um cachorro como ele.

Toby

Nesse feriado o Toby nos deixou. E se durante toda a vida trouxe tanta alegria para mim e minha família, ele foi recompensado com uma morte livre de sofrimentos, em decorrência de uma doença que em nenhum momento causou dores fortes, cercado de pessoas que o amavam. É, Toby, agora é hora de você levar todo o carinho que nos deu para outras pessoas, no céu (afinal, alguém já disse que todos os cães merecem o céu), e tenho certeza que deve ter um monte de gente muito feliz em algum lugar nesse momento. Por aqui, a gente tá triste, com saudades, mas com a certeza de que o bem que você nos fez nunca deixará de existir, e você estará sempre nos nossos corações. Sim, porque nunca, nunca mesmo, vai existir outro cachorro como você.

Categoria: Bastidores

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