29/fev 2012

Em breve no blog…

Ainda essa semana aqui no blog, o resultado do Bolão do Oscar, o começo de uma maratona de uma famosíssima saga do cinema (alguém arrisca?), e a resenha do livro do mês no Desafio Literário, que eu não li, mas devorei!

Em em breve tem resenha e sorteio dessas belezinhas aí embaixo, os lançamentos do mês da Novo Conceito que já recebi, um kit pra mim e outro pra vocês:

Para Sempre e Presentes da Vida

Categoria: Bastidores

29/fev 2012

Qual a cor do seu mundo?

Essa semana pós-carnaval está sendo corrida, apesar de eu estar em férias até semana que vem. Por isso o blog ainda está nesse estado de semi-abandono, mas paciência que tudo se resolve. E pra piorar, o bolão do Oscar bombou mais do que eu imaginava, e tem mais de 200 inscrições para eu apurar. Então, você que participou, um pouco de paciência, que até o final da semana sai o resultado.

Mas voltando aos trabalhos, vamos ao resultado da promoção do livro Um Mundo Brilhante, promovida em parceria com a Novo Conceito. A tarefa, você lembra, era dizer pra mim qual a cor do seu mundo, e a melhor resposta levaria o kit do livro pra casa. Das mais de 20 inscrições, diria que 8o% das pessoas disseram que seu mundo é branco. Teve resposta em prosa e verso, curta e longa, algumas inspirada, outras nem tanto.

E sem delongas, quem vai levar o kit do livro é…

Sharon Caleffi!

A Sharon é a dona do blog Quitandinha 111, e deu a seguinte resposta:

Meu mundo é branco, como um círculo de Newton girando a toda velocidade. Se alguma hora eu parar, todas as cores aparecem. Mas não tenho tempo de parar e tudo está sempre branco. Branco pra começar e pintar algo novo, mas logo que eu pinto, a cor gira e se mistura com as outras. Branco… de novo. Meu mundo é doido e certo.

Pra vocês verem que confiança é tudo, a garota disse que ia ganhar, e ganhou mesmo! Parabéns, Sharon! Já te mando um e-mail pra gente combinar o envio, OK?

E fiquem de olho, que já já tem mais promoção com a Novo Conceito!

Categoria: Bastidores, Livros, Promoções

25/fev 2012

Vergonha no Oscar

Amanhã é dia de Oscar, a festa mais glamourosa do cinema mundial. É o melhor momento para ver e ser visto em Hollywood. Consagração e reconhecimento para os que levam a estatueta para casa, a oportunidade de ter seus cinco minutos sob os holofotes para quem foi só indicado, todo mundo quer aparecer na festa. Mas na história da premiação, muita gente deve ter se arrependido por trocar o conforto da cama pelo tapete vermelho.

Oscar

Imagine a cena: um ator ou atriz a caminho do palco para receber um Oscar, quando percebe que não foi o vencedor daquela categoria. Inimaginável? Pois isso já aconteceu, e não foi uma vez só. Em 1944, Humphrey Bogart se levantou antes mesmo que o melhor ator daquele ano fosse divulgado. Quando notou que não era ele o vencedor, o astro de Casablanca disfarçou, aplaudindo o colega Paul Lucas de pé. Pior aconteceu com a atriz Shelley Winters em 1952. Também cheia de autoconfiança, ela se dirigiu ao palco antes da verdadeira ganhadora, Vivien Leigh, ser anunciada. Seu marido, o italiano Vittorio Gasman, tentando salvar a atriz do vexame, piorou a situação. Ao puxá-la de volta para a cadeira, acabou levando um tombo, e ambos caíram no chão. Outro que se deu mal pelo excesso de confiança foi Steven Spielberg. Em 1976, certo da vitória como diretor do filme Tubarão, levou uma equipe de filmagem para captar sua reação no momento da vitória. Quando Milos Forman foi anunciado o vencedor por Um Estranho no Ninho, o cineasta não escondeu a decepção, e soltou um “Não acredito” para a câmera.

Enquanto alguns fazem de tudo para pôr as mãos no Oscar, outros chegam a esnobar o prêmio. Em 1973 Marlon Brando recusou o troféu de melhor ator, e mandou uma índia para discursar em seu lugar, protestando contra o tratamento dado aos indígenas na América. Depois soube-se que a índia era fajuta, e tratava-se de uma atriz. Woody Allen não recusou o prêmio que ganhou em 1978, mas também não se deu ao trabalho de ir buscar a estatueta. Ele alegou ter um compromisso inadiável naquela noite. O tal compromisso era uma apresentação de sua banda de jazz em um pub de Manhattan.

Marlon Brando no Oscar

Muitos astros levaram o Oscar para casa mas preferiam ter ficado sem o prêmio que, dizem, prejudicou suas carreiras. É o caso de Gwyneth Paltrow. Premiada pelo filme Shakespeare Apaixonado, a atriz garante ter sido prejudicada pela vitória, que a levou a fazer escolhas equivocadas e ter seu cachê inflacionado quando ela tinha apenas 26 anos. O melhor exemplo para provar que nem sempre o Oscar é sinônimo de reconhecimento eterno é o fato de três atrizes já terem sido agraciadas com o Oscar e, depois, com o Razzie (no Brasil, Framboesa de Ouro), troféu que “premia” os piores de Hollywood. Foram elas Liza Minelli, Faye Dunaway e, mais recentemente, Halle Berry. Essa última levou tudo na brincadeira, e inclusive foi à entrega do Framboesa e até discursou agradecendo o prêmio e admitindo ter feito más escolhas.

Gwyneth PaltrowUm dos momentos mais propensos a saias justas é a hora em que o agraciado com o Oscar faz seu discurso de agradecimento. Quando o discurso é longo, a organização não tem dó, e corta o microfone do vencedor. Em 2006, a Academia chegou a distribuir um vídeo entre os possíveis ganhadores, com orientações para evitar gafes nesse momento. O vídeo trazia exemplos de comportamentos errados na hora de agradecer, como um soco no ar de Jack Palance, a choradeira de Gwyneth Paltrow, ou o indelicado beijo na boca que Adrien Brody roubou de Halle Berry. O vídeo ainda orienta que os discursos não devem ultrapassar os 60 segundos. Não é à toa. Em 1942 a atriz Greer Garson fez o maior discurso da história: uma hora e dez minutos. Nem o médico que fez o parto de sua mãe ficou de fora da lista.

Nem sempre a gafe parte dos convidados. Em 2005 foi a vez da Academia fazer feio. Jorge Drexler foi sumariamente descartado de interpretar sua composição “Al Otro Lado Del Rio”, indicada a melhor canção. Em seu lugar subiram ao palco Antonio Banderas e Santana. Mas o uruguaio teve a chance de se redimir. A canção foi a vencedora da noite, e Drexler fez questão de cantar o refrão ao agradecer o prêmio, arrancando aplausos da platéia.

Quem depende da TV aberta para ver as grandes premiações tem motivos de sobra para reclamar. Quando a Globo exibe o Oscar, a transmissão começa na hora que a emissora carioca quer, ou seja, depois do Fantástico, Big Brother e quando vários prêmios já foram entregues. Isso quando o prêmio não é entregue durante o carnaval (como aconteceu em 2009), quando temos que nos contentar com singelos flashes dos principais vencedores da noite.

Quando a festa ficava por conta do SBT, os comentários nem sempre úteis de Rubens Ewald Filho costumavam irritar alguns expectadores. Mas o pior era quando ele não estava sozinho. Basta lembrar o Globo de Ouro de 2006, quando Analice Nicolau apresentou o prêmio junto com o crítico, e chamou Tim Robbins de Jamie Foxx, Marie-Louise Parker de Chris e pronunciou o nome de Reese Whiterspoon de uma forma irreconhecível. Rubens não ficou para trás, e chamou Mariah Carey de gorda, Joaquin Phoenix de defeituoso e completou dizendo que o queixo de Reese Whiterspoon parece um cotovelo. Perto disso, as gafes das estrelas em Hollywood nem parecem tão grandes, não é mesmo?

Categoria: Cinema

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24/fev 2012

Circulou, circulou…

…e o carnaval acabou! Não vou cair no clichê, mas estou aqui de passagem só pra dizer que voltei do carnaval de Salvador, e aos poucos, até o começo da semana que vem, vou colocando o blog de novo para funcionar.

Viu qual foi a música do carnaval esse ano? Que Michel Teló que nada! A Banda Eva de Saulo Fernandes mandou a fantástica Circulou, que foi cantada por todos os artistas que tocaram em Salvador. A música é linda, vamos combinar. Há muito tempo não via uma canção tão boa ser merecedora do prêmio de melhor do carnaval.

Categoria: Música

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14/fev 2012

Até já e feliz carnaval!

É, pessoal… Este blog entra em recesso a partir de hoje, afinal é carnaval! Amanhã tô viajando, e volto logo depois do carnaval, com a programação normal. Não esqueça de participar do bolão do Oscar e da promoção Um Mundo Brilhante.

Deixo vocês com o fantástico frevo-enredo do Parangolé Valvulado, o bloco de carnaval mais bacana daqui de Juiz de Fora. Vale a pena ouvir!

E bom carnaval pra todo mundo!

Categoria: Bastidores

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14/fev 2012

Happy Valentine’s Day

A dama e o vagabundoHoje é dia dos namorados! Pelo menos nos EUA, em Portugal e no resto do hemisfério norte. É que 14 de fevereiro é dia de São Valentim, o santo casamenteiro das bandas de lá.

No Brasil, o dia dos namorados é comemorado em 12 de junho, porque é véspera do dia de Santo Antônio, aquele que sofre as mais sádicas torturas nas mãos de moças desesperadas por um homem pra chamar de seu.

Pode falar que a data é uma criação do comércio pra vender mais (e é mesmo, já que, aqui no Brasil, foi o empresário João Dória quem trouxe a ideia), mas a verdade é que todo mundo fica um pouco romantiquinho nesse dia. E pra não dizer que eu deixei a data passar em branco, vamos relembrar os três posts especiais que fiz no dia dos namorados (o nosso) do ano passado?

Feliz dia dos namorados – o desenho mais fofo do Snoopy e cia.
Canções de amor para o dia dos namorados – uma coletânea de músicas para amolecer o mais duro dos corações.
As 5 melhores declarações de amor do cinema – pra ver e aprender.

Categoria: Sem categoria

13/fev 2012

Desafio Literário 2012 II – Christine, de Stephen King [Resenha XIV]

Sempre fui fã de Stephen King. Houve uma época em que eu devorava tudo o que o autor escreveu, sem pensar. Perdi a conta de quantas vezes perdi o sono, assustado após ler um livro do cara. Por isso, é de estranhar que eu tenha o livro Christine (Editora Objetiva) na minha estante já há bastante tempo, e ainda não o tinha lido. Talvez porque cometi a asneira de ver o filme, de 1983, e achado super mega ruim. Mas, selecionando minha leitura do mês para o Desafio Literário, apesar de ter planejado ler outras obras, dei de cara com o calhamaço de quase 600 páginas, e resolvi encará-lo de uma vez por todas. Lembrando que o tema de fevereiro é livros cujo título seja um nome próprio.

Christine, de Stephen KingA Christine do título, você deve estar pensando, é uma garota maléfica e sanguinária. Maléfico e sanguinário, sim, mas Christine não é uma garota, mas um carro. Sim, um carro com vontade própria, um sentimento de posse profundo com seu dono e um ciúme mortal dele. Nada muito diferente de uma garota, se pensarmos bem.

Arnie Cunningham é um adolescente comum, meio tímido, cheio de espinhas e sem muito sucesso com as garotas. Mas as coisas mudam no dia em que ele põe as mão em um carro velho que ele vê na rua. Um Plymouth Fury vermelho 1958 caindo aos pedaços. À medida em que arruma o carro, que passa a se chamar Christine, o próprio Arnie vai mudando de aparência e também de personalidade. A coisa podia parar por aí, mas quando Arnie conhece a garota Leigh Cabot e começa a sair com ela, Christine fica louca de ciúmes, e estranhas mortes começam a acontecer.

Quem narra a maior parte da história é Dennis Guilder, melhor amigo de Arnie. Ele é o primeiro a desconfiar que há algo errado com Christine, e começa a investigar o passado do carro. Mas o que o rapaz não imagina é que ele próprio corre perigo.

Christine, de Stephen King

Como todo livro de Stephen King, Christine tem uma boa dose de suspense. Aqui, ele consegue causar espanto mesmo sendo o vilão um simples carro! Apesar do tamanho da obra, a leitura é rápida e, mais que isso, é quase impossível parar de ler no meio, tamanha a ansiedade e curiosidade causadas pela história. Para quem gosta de livros de suspense e mistério, uma obra imperdível!

Categoria: Livros, Resenhas

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13/fev 2012

Você queria comer A Coisa?

Lembrei hoje de um filme trash que eu assisti  tipo um milhão de vezes quando era criança: A Coisa (The Stuff, 1985). No longa, um minerador encontra uma uma substância branca e cremosa, algo meio entre sorvete e iogurte, que brota da terra. Logo, a tal substância passa a ser industrializada e recebe o nome de Stuff (a tal da Coisa). Um ex-agente do FBI resolve investigar a fórmula da substância, e descobre que a Coisa tem algo estranho: ela é viva, se mexe sozinha, e transforma quem a come em zumbi. Fala sério se não é mega trash?

A Coisa

O filme, dirigido por Larry Cohen (de Celular e Por Um Fio), passava direto no SBT na minha infância, e recentemente achei o DVD em uma banca de revistas. Não resisti e tive que compra-lo. Confesso que a experiência de rever A Coisa não foi das mais agradáveis: o filme é totalmente sem sentido e extremamente mal feito. Só uma lembrança continuou a mesma: a vontade de comer a Coisa.

Conheço gente que ficou dias sem tomar sorvete depois de ver A Coisa. Eu não. O filme me dava fome, e uma vontade quase incontrolável de comer aquela gosma branca que as pessoas na tela comiam com tanto prazer. A vontade era tanta que eu nem ligava pro fato de que quem comia a Coisa tinha as estranhas comidas pela Coisa depois.

A Coisa

E você, queria comer a Coisa?

Categoria: Cinema, Vale a pena ver de novo?

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10/fev 2012

Fósforo Carnival I

O Fósforo Carnival é uma sessão do blog que indica links para textos, vídeos e outros posts interessantes que me chamaram a atenção na internet e merecem ser divididos.

Na semana em que só se falou sobre a performance de Madonna no Super Bowl, o melhor texto sobre a cantora é do Zeca Camargo, que fala sobre o poder que ela ainda tem para sacudir o mundo pop:

Você já ouviu Gimme all your luvin’? Se ainda não fez esse favor a você mesmo, faça-o agora. E me responda: quantos segundos são necessários para você ser fisgado pela música? 46 (quando entra o refrão oficial)? 34 (quando começa o que parece ser um falso refrão)? Sete (o tempo em que ela estoura uma porta e começa efetivamente a cantar uma abertura musical irresistível)? Três (o suficiente para o corinho “L-U-V, Madonna” entrar permanentemente nos seus ouvidos)? Tanto faz… Em menos de um minuto, você sabe que está diante de uma canção pop contagiante. Lembra-se da primeira vez em que você ouviu “Music”, da própria Madonna? É mais ou menos o mesmo processo… [Leia tudo]

André Barcinski falou sobre a estreia nacional de O Artista, e refletiu sobre o lado bom e o ruim da chegada do som ao cinema.

Quando o som chegou ao cinema, houve uma mudança brusca. As câmeras tiveram de ser “blindadas” em gigantescas caixas à prova de som, para que o barulho da câmera não fosse captado pelos microfones. Isso limitou demais os movimentos de câmera. A necessidade de colocação de grandes microfones, ocultos no cenário, também ajudou a “engessar” as cenas. Por isso, os primeiros filmes sonoros são, em sua maioria, primariamente filmados, em comparação com os grandes filmes mudos. [Leia tudo]

Adorei esse cover de Moves Like Jagger, do Maroon 5 com a Christina Aguilera, que o Felipe Mark fez. Vi o link no Papel Pop, e acho que vale a pena compartilhar:

O documentário Muito Prazer, realizado pela UFMG, traz depoimentos de travestis e transexuais daqui de Juiz de Fora. Vale gastar meia horinha. Está dividido em três partes no YouTube: parte 1, parte 2, parte 3.

E a Tábata, do Happy Batatinha, mostrou na sua #sextacriativa duas ideias de luminárias feitas com material reciclado que ficaram muito bacanas. Vale a pena ver.

Um blog:
No fim o cara morre
Um inusitado blog cuja proposta é simplesmente contar o final dos filmes, estragando toda a surpresa. Aprecie com moderação. Mas mesmo morrendo de ódio, duvido que você resista a ler todos os posts.

Um Tumblr:
Funny Bands
Você conhece Kátia Pereira? Gosta da banda Black City? A sacada do Funny Bands é traduzir ao pé da letra nomes de artistas e bandas estrangeiros para o português, e americanizar, também de forma literal, nomes de músicos brasileiros. É de chorar de rir coisas como Little Martin from the Village (Martinho da Vila), Vanessa from the Woods (Vanessa da Mata) e, a melhor, Black River and Only Lemons (Rio Negro e Solimões).

Pra terminar, tenho que agradecer dois blogs que me citaram nos últimos dias. A Sharon, do Quitandinha 111, falou sobre a promoção do Um Mundo Brilhante, e até mostrou uma foto do monitor dela com o Fósforo aberto. Adorei o bilhetinho que ela deixou em cima, com a pergunta da promoção. Caprichem na resposta porque a garota tá pensando bastante pra arrasar, hein? Já a Ana Virgínia, do Filha de José,  falou sobre os marcadores de página do Fósforo que eu enviei pra ela, e ainda indicou o blog para seus leitores. Muito obrigado mesmo, meninas!

Categoria: Carnival, Coisinhas

09/fev 2012

Tudo Sobre Cinema, de Philip Kemp [Resenha XIII]

Tudo Sobre Cinema (Editora Sextante), organizado por Philip Kemp, é um guia de filmes. Porém, ao contrário do seu irmão mais parrudo, o famoso 1001 filme para ver antes de morrer, não é um simples catálogo de longa-metragens.

Tudo Sobre CinemaO livro é organizado por períodos de tempo. Dentro de cada capítulo, que cobre uma ou duas décadas, temos textos sobre movimentos e escolas cinematográficas, antes de conhecermos alguns filmes representativos do tema abordado. Assim, em vez de apenas lermos sobre Cantando na Chuva, conhecemos todo o contexto dos musicais de Hollywood nos anos 50. E no espaço reservado para cada filme (todos eles têm duas páginas), além da sinopse, curiosidades e uma biografia do diretor, ainda temos alguns momentos marcantes do longa em questão, tudo isso ricamente ilustrado.

Se 10o1 filmes… ganha na quantidade de filmes apresentados, Tudo Sobre Cinema tem uma proposta mais abrangente: não só listar filmes essenciais, mas contextualiza-los na história do cinema e no momento cultural em que é produzido. Nesse sentido, é uma obra realmente indispensável para quem gosta de cinema. E se é uma delícia folheá-lo despretensiosamente, também é uma ótima pedida lê-lo do começo ao fim, conhecendo a história da sétima arte e os filmes representativos de cada época.

Quer ter esse livro na sua prateleira? É claro, né? Então corre e participa do Bolão do Oscar 2012, que o melhor palpiteiro vai receber no conforto do lar um exemplar novinho dele.

Categoria: Cinema, Livros, Resenhas

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