08/jan 2012

Minhas metas de leitura para 2012

Inspirado pela Sharon, que fez uma lista de livros que ela pretende ler durante esse ano que começa, resolvi fazer o mesmo, e organizar as leituras que tenho pendentes para tentar colocar o máximo possível em dia em 2012.

Tenho a impressão que 2011 foi um ano bom em leituras, apesar do meu Skoob acusar que eu li míseros 11 exemplares durante o ano. Mas certeza que esqueci de registrar muita coisa por lá, especialmente no primeiro semestre, quando eu praticamente não usava o site.

Enfim, minha meta para 2012 já começa inflada pelas leituras planejadas para o Desafio Literário. São no mínimo 12 livro. E como eu não quer ficar só no desafio, gostaria de ler pelo menos mais um por mês, totalizando 24 livros, para começar. Nada mal, né? Vamos à lista…

As Crônicas de Gelo e Fogo (George R. R. Martin)
Ainda me falta terminar A Guerra dos Tronos, e queria ler A Fúria dos Reis antes de abril, quando estreia a segunda temporada de Game of Thrones. Depois ainda tem A Tormenta das Espadas, e O Festim dos Corvos, que sai em fevereiro mas eu já comprei em pré-venda. E só nessa brincadeira já são mais de 2500 páginas.

Crônicas de Gelo e Fogo e Crônicas de Nárnia

As Crônicas de Nárnia (C. S. Lewis)
Comprei o volume único no fim do ano passado, e desde então tenho ouvido só elogios.  Quero muito ler logo mas, mais uma vez, são 750 páginas pela frente.

Livros que vão virar filme
Existem alguns livros que já estão na minha lista e na minha estante, e que eu quero ler logo porque eles estão sendo adaptados para o cinema já em 2012. São eles On The Road, do Kerouac, livro que eu tenho há séculos e, por algum motivo, nunca li. Tem também Guerra Mundial Z (Max Brooks), um livro que eu comprei porque adoro histórias de zumbi, e depois fiquei sabendo que vai virar um filme com o Brad Pitt, e parece que é muito massa. E ainda tem O Hobbit, que eu já li há uns 500 anos atrás, e quero reler antes de ver o filme no fim do ano.

As Brumas de Avalon (Marion Zimmer Bradley)
Adoro as lendas do Rei Arthur, e sempre quis ler As Brumas de Avalon. Mas foi preciso uma mega boga promoção (os 4 volumes por R$ 29,90) para eu comprar e querer começar a ler logo.

Scott Pilgrim e As Brumas de Avalon

Scott Pilgrim (Bryan Lee O’Malley)
Comprei os livros depois de ver a resenha da Tatiana, e comecei a ler o primeiro no fim do ano passado. Gostei tanto que coloquei de castigo, mas pretendo ler de uma toada só em breve.

O Guia do Mochileiro das Galáxias

O Guia do Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams)
Li o primeiro livro, e tô amarradão pra pegar logo os outros quatro. Certeza que não vou demorar a dar cabo.

As Formigas, O Dia das Formigas e A Revolução das Formigas (Bernard Werber)
Comprei essa trilogia porque achei o box bonito (sim, sou fútil), e quando comecei a ler (há uns 2 anos) gostei bastante, mas acabei abandonando não lembro porque. Vira e mexe penso em voltar a ler, mas a fila interminável de livros não permite. Quem sabe em 2012…

Mais, mais e mais…
Além desses, tem mais um tanto de livros nas minhas estantes que eu ainda não li, e pretendo deixar, esse ano, minhas leituras em dia ao máximo. Portanto, minha prioridade é ler o que eu já tenho em vez de sair comprando coisas novas desesperadamente. Mas é claro que no fim das contas vou comprar muitos livros, passa-los na frente da fila, e terminar 2012 com um monte de livros não lidos nas mãos.

E você, o que pretende ler em 2012? Me conta aí, vai…

Categoria: Livros

07/jan 2012

Como se cria um zumbi

Veja que massa o processo de maquiagem para se criar um zumbi em The Walking Dead:

The Walking Dead

Daqui.

Categoria: Televisão

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07/jan 2012

Veja o clipe de Want U Back da Cher Lloyd

falei aqui que um dos nomes que fez a minha cabeça em 2011 foi o da Cher Lloyd. E a garota acaba de lançar um novo clipe, dessa vez para a ótima Want U Back. O vídeo explora aquele conceito de fotos com vida, tipo as do universo do Harry Potter, e ficou bem bacana. Veja aí:

Categoria: Clipes, Música

06/jan 2012

Guerreiro [Crítica XXIX]

Você com certeza já viu algo parecido com Guerreiro (Warrior). O filme bebe diretamente da escola de Rocky, e do mais recente O Vencedor, ao explorar a trajetória de pessoas em busca da vitória em uma competição de luta. A diferença aqui é que a luta em questão não é o boxe, mas o MMA, o que por si só já garante disputas mais emocionantes (e sim, violentas). E, ao contrário dos seus antecessores, aqui acompanhamos a trajetória não de um, mas de dois jovens lutadores, cujas histórias correm paralelamente.

Guerreiro

Tommy (Tom Hardy) é um ex-soldado que lutou no Iraque, de volta à casa do pai (Nick Nolte) com o objetivo de treinar para uma grande competição de MMA. Ao mesmo tempo, seu irmão, Brendan (Joel Edgerton) é um professor de física prestes a perder a casa onde vive com a esposa e as duas filhas, e que vê na luta a única chance de dar a volta por cima. Tirando o fato dos dois serem irmãos e irem parar na mesma competição, a única coisa que resta em comum entre eles é o desprezo pelo pai, alcoólatra em recuperação e pivô da separação da família.

Guerreiro é um filme que conta uma história de superação através da luta, mas também é a saga de uma família quebrada se reencontrando e enfrentando seus fantasmas. Por isso mesmo, o longa tem carga dramática suficiente para agradar mesmo quem não gosta de filmes sobre esportes. E o ingresso já vale só para ver a interpretação fantástica de Nick Nolte, que deve arrebatar indicações para todos os principais prêmios, e Tom Hardy dando vida ao atormentado fuzileiro que deixou muitos segredos quando voltou da guerra (lembrando que ele será Bane em O Cavaleiro das Trevas Ressurge), ou ainda Joel Edgerton, e seu papel contido e carismático. Sem falar na sempre bela Jennifer Morrison como a mulher de Brendan.

Guerreiro

Se como drama familiar, Guerreiro é um ótimo longa (diga-se de passagem, longo mesmo, são 2h20 de projeção), como filme de luta o filme do diretor Gavin O’Connor é espetacular. As lutas retratadas são realistas (vários lutadores reais dão as caras) e emocionantes, e em várias delas, apesar de não ser muito difícil adivinhar o desfecho, é impossível não ficar na ponta da cadeira. É claro que eventualmente os dois irmãos se encontram no ringue, mas as implicações desse confronto e o desfecho da história nada têm de previsível.

Categoria: Cinema, Críticas

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05/jan 2012

Download é legal?

Enquanto nos EUA está sendo discutida uma lei antipirataria que promete tirar toda a liberdade da internet, o governo suíço, em um arroubo de bom senso, resolveu deixar tudo como está por lá, além de concluir que quem baixa conteúdo na internet, mesmo que ilegal, acaba também consumindo mais. Vale muito a pena ler a matéria da Carta Capital sobre o assunto, que reproduzo aqui embaixo:

Em março de 2010 o governo suíço encomendou um estudo para entender o impacto dos downloads ilegais na economia do país. Queria entender se seriam necessárias novas leis para coibir a pirataria. A conclusão do estudo (disponível no endereço http://www.ejpd.admin.ch/content/dam/data/pressemitteilung/2011/2011-11-30/ber-br-d.pdf) é de que os que “pirateiam” arquivos na internet também gastam dinheiro para comprar produtos da indústria do entretenimento de maneira legal. Assim, o governo decidiu manter a lei de direitos autorais vigente na Suíça, segundo a qual fazer downloads é uma atividade legal, desde que para uso pessoal. É uma política sensata contra uma indústria que adora espalhar cenários apocalípticos de perda de empregos, de receitas cada vez menores e que insiste no estereótipo do usuário de internet como um pirata em potencial. Aliás, foi exatamente a indústria do entretenimento que suscitou o estudo. Reclamou de uma queda nas suas receitas, e o Senado suíço decidiu investigar o que poderia ser “uma crise emergente na criatividade cultural suíça”.

Os resultados do estudo mostram que cerca de um terço dos cidadãos com mais de 15 anos baixam músicas, filmes e jogos pirateados da internet. Parte do problema, segundo o governo, é que mesmo com muitos artigos na mídia e campanhas por parte de organizações, muitos dos usuários não sabem dizer quais downloads são legais e quais são ilegais.

O estudo relata, contudo, que isso não configura uma crise, pelo contrário. Esses usuários não gastam menos dinheiro consumindo produtos da indústria do entretenimento: o gasto é constante e o ato de baixar conteúdo é complementar. Além disso, os que baixam músicas ilegalmente gastam mais dinheiro indo a shows. E bandas menos conhecidas acabam sentindo o efeito positivo de uma maior exposição quando suas músicas são pirateadas.

No ramo dos videogames, os que baixam jogos ilegalmente também compram mais jogos do que os que não pirateiam nada. O relatório também examina as leis antipirataria criadas em outros países. Uma delas foi instituída na França e desconecta permanentemente qualquer pessoa que seja culpada três vezes de baixar arquivos ilegais. Os relatores acreditam que uma lei semelhante na Suíça seria considerada ilegal agora que o Conselho de Direitos Humanos da ONU designou o acesso à internet como um direito humano. Medidas mais brandas, comoo filtro a sites com arquivos piratas, também foram rejeitadas por ser consideradas danosas à liberdade de expressão e também uma violação às leis de privacidade do país. E, num momento de rara lucidez, o mesmo relatório conclui que essas medidas seriam facilmente dribladas, caso fossem implementadas.

Por fim, o governo da Suíça entendeu que as entidades mais atingidas pelos downloads ilegais seriam companhias estrangeiras, não as suíças. E recomenda que elas se adaptem ao novo comportamento dos consumidores. Conclui ainda que os temores de um impacto negativo na produção cultural nacional não se justificam e que, dessa maneira, o Conselho Federal Suíço acredita não ser necessárias mudanças nas leis nacionais.

Uma bela decisão de um governo que vê os usuários não como piratas, mas como cidadãos.

Categoria: Internet

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05/jan 2012

A quem demos adeus em 2011

2011 foi um ano especialmente penoso no que diz respeito a personalidades que perderam a vida. Elizabeth Taylor, Amy Winehouse, Cesaria Évora, Sérgio Britto, Joãosinho Trinta, Sidney Lumet, Ítalo Rossi, Sócrates, Steve Jobs… foi daqueles anos pra lembrar que ninguém é eterno. Fiquei especialmente abalado com duas despedidas, dois jornalistas que sempre admirei e acompanhei o trabalho com interesse.

Ale Rocha, editor do melhor blog sobre TV que o Brasil já teve, o Poltrona, era também comentarista da Record e colunista do Yahoo!, e falava sobre televisão com a paixão e a propriedade de quem realmente entende e gosta do assunto. O cara sempre foi um exemplo para mim, pela qualidade do trabalho e pela garra, que mesmo lutando contra uma doença extremamente grave, a hipertensão pulmonar, sempre foi bem humorado e manteve um trabalho exemplar. O jornalista esperou por dois anos por um pulmão novo, única forma de vencer a doença. O transplante, cujas chances de sucesso são mínimas, deu certo. Ale venceu mais essa. Acordou, conversou, encheu o novo órgão de ar e viveu, ainda que por pouquíssimo tempo, uma vida livre da hipertensão. Uma infecção hospitalar, entretanto, levou Ale no dia 6 de dezembro, deixando o colunismo sobre TV do Brasil um pouco menos interessante.

E quando parecia que 2011 já tinha reservado todas as surpresas possíveis, no dia 30 um AVC tirou a vida de Daniel Piza, o primeiro jornalista cultural de quem fui realmente fã. Seu livro sobre jornalismo cultural foi o pontapé inspirador de meu trabalho de conclusão de curso, e de todos os meus experimentalismos (que incluem, claro, este blog) na área. Seus escritos nos jornais e na internet sempre foram acompanhados por mim com um certo brilho no olhar. Seu blog está desde sempre entre os meus favoritos, e mesmo quando ele falava sobre futebol e política, assuntos que não domino, tinha vontade de ler.

Renato Russo dizia que os bons morrem jovens. Não sei se é verdade. Sei que, no caso de Ale e Daniel, a impressão de que eles ainda tinham muito a oferecer e sim, deixaram a vida cedo demais, é clara e dolorosa.

Categoria: Jornalismo

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04/jan 2012

Desafio Literário 2012 I – Papel Manteiga Para Embrulhar Segredos, de Cristiane Lisbôa [Resenha XI]

Começou o Desafio Literário 2012. E pra iniciar os trabalhos com água na boca, o tema de janeiro é literatura gastronômica. Literatura e comida, que delícia de combinação. Meu primeiro livro do desafio foi Papel Manteiga Para Embrulhar Segredos, da Cristiane Lisbôa, e acho que não poderia ter escolhido melhor.

Papel Manteiga Para Embrulhar SegredosSem querer cair no trocadilho infame, devo dizer que a leitura de Papel Manteiga foi uma delícia. O livro é leve, poético, de leitura fácil e saborosa. A história é organizada como uma coleção de cartas enviadas pela jovem Antônia à bisavó. Ela é  uma garota que foge de casa para estudar gastronomia como pupila da renomada, mas um tanto excêntrica, Senhorita Virgínia, dona de um restaurante que recebe somente quatro clientes por noite (sem direito a escolher o cardápio), e trata a culinária de forma bastante peculiar. As cartas são intercaladas com receitas, das delícias que Antônia aprende a fazer no seu estágio, que ela “contrabandeia” para a bisavó, já que a Senhorita Virgínia é radicalmente contra receitas escritas.

A grande beleza do livro está justamente em mostrar a culinária como mais do que simplesmente misturar ingredientes. Cozinhar é uma arte, um ritual, quase uma religião. É através das excentricidades de Virgínia que Antônia entende isso e, apesar dos castigos que recebe da anfitriã (comer terra é o mais comum deles), ela vê na experiência a oportunidade única de aprender mais do que simplesmente seguir receitas.

Aprendi diversos tipos e uma só regra: fazer pão é como se apaixonar. É preciso sentir os ingredientes. A cócega que a farinha provoca na palma da mão, o deslizar da manteiga, o fermento que é fino mas pesa um pouco e gruda nas linhas das mãos. Depois, dedicar atenção à sova, ao amassar vigoroso. O repouso da massa aproxima os cozinheiros dos escritores. Assim como um texto precisa descansar as palavras por um tempo antes de ser apreciado por olhos alheios, a massa pálida do pão precisa ficar só para se fazer magia. Estufada, com o dobro do tamanho e uma textura areada está quase pronta. Dependendo do forno, dá para fazer até dois tipos de milagre ao mesmo tempo.

Antônia escreve para a bisavó cartas recheadas de poesia, sentimento, e nos envolve em um clima em que é quase possível sentir o cheiro da comida enquanto se lê. Mesmo as receitas (assinadas por Tatiana Damberg) têm um quê de literatura e poesia. Afinal, não é comum ver por aí uma receita que mande cozinhar uma carne até a casa ficar com cheiro de noite estrelada, temperar um frango com sal, pimenta e um beijo, ou mesmo medir o cozimento pelo tempo que se leva para colher flores no jardim.

Papel Manteiga Para Embrulhar Segredos é um livro de leitura rápida, mas talvez não haja obra melhor para imergir no saboroso universo da literatura gastronômica.

Categoria: Livros, Resenhas

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04/jan 2012

Ai Se Eu Te Pego é hit na Europa (e no Brasil)

“Nossa, nossa”. Aposto que você completou aí: “Assim você me mata”. Não é à toa. Ai Se Eu Te Pego é o hit absoluto de 2011 no Brasil, tem folêgo para ser a canção do verão e, pasmem, Michel Teló desbancou Adele, Rihanna e Lana Del Rey na Europa, ocupando orgulhosamente o posto de música mais baixada no iTunes na Holanda, Itália, Bélgica e Espanha, sem contar os países em que a faixa já está no top 10, como Alemanha, Portugal e Grécia.

Goste ou não, Ai Se Eu Te Pego é pop perfeito. É daquelas músicas que capturam a atenção de cara, que grudam na cabeça, e cuja letra simples se guarda já na primeira ouvida. De pegada safadinha, ritmo bom para dançar e coreografia fácil, Teló criou uma canção pop que ultrapassou as fronteiras do sertanejo e caiu no gosto de adultos e crianças, não só no Brasil mas no mundo.

Michel TelóFalar que Michel Teló criou a música é só modo de dizer. Na verdade, a versão de Teló é só mais uma da composição de Sharon Acioly, animadora de praia em Porto Seguro. A música ganhou várias versões de bandas de forró, axé e sertanejo, antes de ganhar a definitiva do paranaense Teló. E a compositora já mostrou que tem o borogodó para produzir hits fáceis. É dela a grudenta (e irritante, é verdade) Dança do Quadrado, que virou webhit em meados de 2008.

Vale dizer que, apesar de Michel Teló ter gravado uma versão em inglês de Ai Se Eu Te Pego, a que está bombando lá fora é a original. Há muitas tentativas de explicar o estouro internacional, mas a mais plausível (e que o próprio Michel conta) é que a canção ganhou os holofotes na Europa depois que Cristiano Ronaldo comemorou um gol com a coreografia da canção. Mas se o craque do Real Madrid ajudou a colocar Ai Se Eu Te Pego na roda, foi o apelo grudento dela que levou o hit direto para o topo.

Ai Se Eu Te Pego é hit fácil, é pop perfeito. Vire o nariz o quanto quiser para a canção, mas duas coisas você não pode negar: há muito mérito na criação da música, afinal, pode ser uma música simples e fácil, mas criar um hit como este não é nada fácil. E, querendo ou não, esse “ai, ai, se eu te pego” ainda vai tocar muito na sua cabeça no verão.

Categoria: Música

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01/jan 2012

9 Filmes para esperar de pé em 2012

E 2012 chegou! Motivos para você, cinéfilo, comemorar, não faltam. Afinal, poucos anos reservam tantos filmes aguardados por tanta gente, com chance de ser um dos anos mais produtivos para a indústria cinematográfica. Duvida? Saca essa pincelada em 9 filminhos que vão dar o que falar no ano que tá começando e que eu estou, e você também devia estar, esperando de pé!

O Cavaleiro das Trevas RessurgeO Cavaleiro das Trevas Ressurge (27 de julho no Brasil)
No terceiro capítulo da trilogia de Christopher Nolan, Batman (Christian Bale) tornou-se um perseguido pela lei, acusado do assassinato de Harvey Dent. Mas ele deve voltar a aparecer quando Bane, um perigoso vilão, lidera uma onda de destruição em Gotham. Só quem não viu os dois primeiros filmes não está ansioso com essa nova aventura. E dois detalhes: Anne Hathaway é a Mulher-Gato, e Bane (Tom Hardy) é o cara que nos quadrinhos quebrou a coluna do Batman. É ou não pra esperar de pé?

O Espetacular Homem-Aranha (3 de julho no Brasil)
Reboot, Homem-Aranha, espetacular, Andrew Garfield… sem mais!

Extremamente Alto e Incrivelmente PertoExtremamente Alto e Increvelmente Perto (20 de janeiro nos EUA)
Baseado no livro de Jonathan Safran Foer, o filme segue um garoto de 9 anos, que perde o pai nos atentados de 11 de setembro, e vai a New York atrás de um armário deixado por ele. Além de ser dirigido por Stephen Daldry (de As Horas e Billy Elliot). o filme tem Tom Hanks e Sandra Bullock no elenco.

The Great Gatsby (25 de dezembro nos EUA)
Leonardo DiCaprio será o protagonista da adaptação de um dos maiores clássicos da literatura mundial, de F. Scott Fitzgerald, em filme que ainda tem Carey Mulligan e Tobey Maguire no elenco. Ah, a direção é do genial Baz Luhrmann.

The Great Gatsby

O Hobbit (14 de dezembro nos EUA)
O prequel de O Senhor dos Anéis é também o melhor livro de Tolkien e, por isso mesmo, deve virar um filme fodarástico. E se você viu o trailer já deve estar se coçando de vontade…

Jogos Vorazes (23 de março no Brasil)
Sério, preciso falar mais?

Prometheus (8 de junho no Brasil)
Prometheus é de Ridley Scott, se passa no mesmo universo de Alien e, apesar de não ser diretamente ligado ao longa de 1979, deve explicar algumas coisas da mitologia da trilogia. No elenco, Michael Fassbender e Charlize Theron. E o trailer kickass do filme você já viu, né?

Titanic 3D (6 de abril nos EUA)
Tá, você já viu esse filme 487 vezes. E eu nem sou tão fã de 3D, é verdade. Mas a chance de ver Titanic novamente na telona do cinema, e em uma versão em 3D que, dizem, está sendo feita com todo o cuidado e gerando resultados promissores, é bem tentadora.

Os Vingadores (27 de abril no Brasil)
Nem preciso falar muito. O filme que reúne o Homem de Ferro, Thor, Hulk, Capitão América e a Viúva Negra (ah, Scarlett…) já está tirando o sono de muita gente! E você viu o trailer, né?

Categoria: Cinema

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