30/nov 2011

Coisas que me irritam no cinema

Eu gosto muito de ir ao cinema. Mas muitas vezes sair de casa para assistir a um filme se torna um exercício de paciência. Pessoas porcas, chatas e sem noção estão dominando o mundo, e estão começando pelas salas de cinema. Talvez seja minha rabugice habitual, mas consigo, sem pensar muito, listar uma boa leva de situações que me irritam de verdade no cinema, e quase estragam a experiência de um bom filme. Quer ver?

 Coisas que me irritam no cinema

Escolhendo um lugar
Vira e mexe eu vou ao cinema sozinho. Quando o faço, geralmente é naqueles dias em que a sala está mais vazia, tipo numa terça-feira à tarde. Nada me dá mais nos nervos do que quando, nessas condições, com trocentos e 25 lugares pra escolher, uma pessoa chega e senta do meu lado. Sério, me dá medo!  Será que é tão difícil de entender que, quando o cinema está vazio, o melhor a fazer é se distribuir de forma a criar uma distância segura entre todos os presentes. Mas, pior que isso, é quando, mesmo com o cinema vazio, a pessoa escolhe se alojar na cadeira bem em frente à minha (e a probabilidade disso acontecer é diretamente proporcional à altura do indivíduo). Devia ser incluído nas regras exibidas antes do filme que pessoas com mais de 1,80m ou que tenham penteados extravagantes devem se sentar nas últimas fileiras.

Comida para quem precisa
Foi o tempo em que comida de cinema era pipoca e pronto. Hoje em dia tem cachorro-quente, nachos, biscoitos, e se bobear daqui há pouco até churrasco vão servir nas salas de cinema. Vamos combinar uma coisa? Se a comida faz mais barulho que o da pipoca, não foi feita para o cinema (e isso inclui o biscoito de polvilho que já fizeram questão de comer ao meu lado). Se só restam duas gotas de refrigerante no seu copo, não adianta sugar o canudinho loucamente, isso só vai irritar quem está perto de você. E se sua comida tem cheiro, é gordurosa ou potencialmente entornante, fique longe de mim. Certa vez, quis dar uma de moderno e descolado e comprei um desses nachos com molho de cheddar para saborear durante um filme. Não preciso dizer que entornei o cheddar todinho na minha calça. E olha, me dei por satisfeito, viu? Imagina se eu derramo o molho em quem estivesse do lado? Foi um sinal de Deus para me ensinar a não fazer aquilo nunca mais.

Brincando de estátua
Será que é tão difícil ficar paradinho por duas horas? Será que você precisa mesmo se levantar para ir ao banheiro três vezes durante um filme? Tudo bem, eu sei que quando a vontade chega, ela chega, mas se você sabe que é do tipo que tem a bexiga inquieta, sente-se ao lado do corredor, para não incomodar ninguém quando se levantar no meio do filme. E se você tem síndrome das pernas inquietas, controle-se e, pelo menos, tente não chutar a cadeira da frente.

Controle suas crianças
Vou parecer rabugento com essa, mas será que é tão difícil controlar uma criança durante um filme? Aliás, vamos começar não levando crianças para ver filmes de adultos, né, minha gente! A criança fica impaciente, chora, grita, esperneia, e isso ainda é melhor do que quando ela se interessa pelo filme. Já perdi a conta de quantas vezes fiquei perto de um pai ou mãe que teve que ler em voz alta todas as legendas para o filho, ou explicar cada pedacinho do filme. Pior foi quando sentei perto de uma garotinha que estava vendo o filme pela tromblongésima vez, e fazia questão de mostrar isso, contando cada cena e repetindo cada fala, ANTES que ela fosse dita na tela.

No spoiler, please
Esse talvez seja o pior problema. A situação é clássica. Veja o vídeo abaixo e me diz se você nunca passou por algo parecido:

Isso aconteceu comigo quando fui assistir Titanic no cinema. A fila estava virando o quarteirão, e um casal passou despreocupadamente perto de mim, a garota com os olhos marejados, lamentando em alto e bom som a morte do Leonardo DiCaprio. Ou pior, conheço quem tenha ido ver O Sexto Sentido e visto um grupo de adolescente saindo da sessão anterior gritando de surpresa pelo fato do Bruce Willis ser um morto (oops, continua sendo spoiler 12 anos depois?). Por isso, não comente o filme enquanto sai da sessão. Se o fim do filme foi assim tão surpreendente, fique dentro da sala até que a expressão de espanto suma do seu rosto.

Mas ainda tem um tipo mais irritante de spoiler, que é o spoiler involuntário. É aquele sujeito que passa o filme todo dizendo “aposto que vai acontecer isso”, “esse cara é o assassino”, “quer ver que eles vão ficar juntos?”. Sério, não tente ficar adivinhando o que vai acontecer a seguir. Se eu quisesse ouvir adivinhações eu ia à cartomante. E nem sei se irrita mais quando a pessoa acerta ou quando erra pateticamente os acontecimentos.

Vamos falar de barulho
Eu estaria sendo imensamente hipócrita se eu condenasse as conversas dentro do cinema. Eu mesmo sou do tipo que faz um ou outro comentário durante o filme (menos quando vou ao cinema sozinho, que fique claro!). Sei que isso incomoda algumas pessoas, e que é uma atitude condenável. Mas essa minha confissão não te dá o direito de rir alto e de forma vergonhosa, gritar, nem de deixar seu celular ligado no volume máximo, muito menos de atendê-lo durante o filme. E isso inclui enviar torpedos, OK? Eles podem não fazer barulho, mas basta um celular com a tela acesa para iluminar o espaço de umas 5 poltronas. E nem preciso falar sobre dormir e roncar durante a projeção. Estamos combinados?

Coisas que me irritam no cinemaNão seja porco
Não é nem que me irrita, é questão de educação mesmo. Quando sair da sala, leve com você todo o lixo que você produziu durante o filme, e jogue-o no lugar apropriado. Não emporcalhe o seu assento jogando pipoca por todos os lados, a coisa mais feia que há é aquele chão cheio de pipoca pisada. E, por favor, leve a sério aquela orientação de não colocar os pés na poltrona da frente. Já tomei um baita susto quando fui pegar meu refrigerante durante um filme e dei de cara com um pé só de meia repousando no braço da minha poltrona.

Seguindo as orientações deste post, acho que você não corre o risco de terminar como a Brenda, do primeiro Todo Mundo Em Pânico. Veja a cena em que ela faz quase tudo o que irrita qualquer pessoa numa sala de cinema:

Categoria: Cinema

30/nov 2011

Veja Zooey Deschanel cantando uma canção de natal no Jay Leno

Mostrei outro dia o single do disco de Natal do She & Him de Zooey Deschanel e M. Ward. O disco já saiu, e ontem eles se apresentaram no programa do Jay Leno, tocando a mesma The Christmas Waltz. Veja e se entregue ao espírito natalino:

Categoria: Música

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30/nov 2011

Calendário Blogueiro 2012

Hoje é o último dia de novembro, e também dia da última tarefa do Desafio 21 Dias. A missão de hoje é fazer um calendário com as principais datas de 2012 que merecem um post no blog. Tarefa fácil e simples, mas nem por isso menos útil. Missão cumprida!!!

Fevereiro
02_ Dia da Marmota

Abril
12_ Meu aniversário! \o/
25_ Aniversário do Fósforo

Maio
13_ Dia das Mães
25_ Dia da Toalha

Junho
12_ Dia dos Namorados
19_ Dia do Cinema Brasileiro

Julho
13_ Dia do Rock

Agosto
12_ Dia dos Pais
31_ Blog Day

Outubro
12_ Dia das Crianças
31_ Halloween

Dezembro
21_ Fim do Mundo
25_ Natal

Categoria: Bastidores

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29/nov 2011

2011 em 8 posts

Novembro está terminando, e com a chegada de dezembro, a gente praticamente se despede de 2011. Não canso de falar aqui o quanto esse ano foi bom por causa do blog. E a tarefa de hoje do Desafio 21 Dias consiste em fazer uma retrospectiva do ano que chega ao fim através de posts no blog, um por mês. Como comecei por aqui em abril, são 8 posts. Para selecioná-los, passei por todas as postagens do blog. Tenho certeza que os 8 textos selecionados representam bem o blog, mas nem de longe esgotam tudo o que há. Portanto, se você é novo por aqui, recomendo que você leia sim os posts que selecionei para cada mês, mas aproveita e dá uma fuçada geral nos arquivos do blog, tem muita coisa boa.

Abril – como tudo começou
O blog nasceu oficialmente no dia 25 e, portanto, abril foi um mês de pouquíssimos posts. O destaque fica mesmo com o primeiro de todos, uma singela resenha do filme Waiting for Forever, uma comédia romântica até simpática, mas que acabaria ofuscada por outros filmes melhores que vi durante o ano.

Maio – construindo o blog, tijolo por tijolo
Sempre gostei de prédios. E de todos, o que eu acho mais bonito é o Empire State Building. Eu só não esperava que um despretensioso post que aproveitava o aniversário de 80 anos do edifício, listando as aparições mais que especiais do grandão na cultura pop fosse ser um dos posts mais acessados do blog, até hoje.

Junho – apaixonado pelo blog
Foi no mês dos namorados que eu engrenei de vez no blog. Prova disso é a quantidade de posts bacanas, que eu gosto de verdade, e que foram publicados em junho. Mas como a regra é escolher um post por mês, fico com a lista das 5 melhores comédias da atualidade. Vale a pena ler!

Julho – cai uma estrela
Nem a estreia do último Harry Potter, nemo discurso emocionado de Andrew Garfield na Comic-Con. Julho de 2011 será para sempre lembrado como o mês em que perdemos Amy Winehouse. Lembro que naquele sábado, quando recebi a notícia, sentei em frente ao PC e escrevi, escrevi, escrevi, quase sem pensar. O resultado: um post de despedida a Amy, que de tão emocionado e espontâneo, é até hoje um dos meus favoritos entre os quase 400 (até o momento) do blog.

Agosto – mês dos favoritos
Foi em agosto que resenhei alguns dos melhores filmes que vi em 2011. Mas o post que escolhi para essa retrospectiva é a resenha do melhor livro que li em 2011, e sem duvida um dos melhores que já li na vida. Um Dia, do David Nicholls, foi um livro que me pegou em cheio, e depois dele, de tão empolgado, engrenei numa série insana de leituras no segundo semestre.

Setembro – descansar é preciso
Setembro foi o mês com o menor número de posts desde a estreia do blog. Acabei tirando umas férias involuntárias por aqui, mas ainda assim foram respeitáveis 41 posts. Dentre eles, o meu favorito, que indico para você, é meu texto empolgado sobre Game of Thrones, que eu tinha recém descoberto e devorado o seriado em 2 dias.

Outubro – no meio do caminho tinha um meme
Outubro foi o mês marcado pelo delicioso Meme Literário de Um Mês. Foi também o mês em que gravei meus primeiros vídeos para o blog. Mas, mais que tudo, foi o mês em fui ao VMB, uma experiência tão inesquecível quanto maravilhosa e que, por isso, não podia deixar outro post para marcar o mês: os bastidores do VMB 2011.

Novembro – here we are
E aqui estamos nós. Novembro foi um mês bem especial. Além da participação neste Desafio, fiz alguns posts bem legais. Mas especial mesmo é a minha resenha de Like Crazy, um filme que me tocou profundamente, e por isso mesmo rendeu um texto que eu gostei bastante.

Categoria: Bastidores

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29/nov 2011

O Recanto de Gal Costa

Minha relação com Gal Costa é antiga, e já teve seus altos e baixos. Conheço Gal de nome desde sempre, mas pra mim era mais uma daquelas cantoras que só gente velha gostava. Foi em 1997, quando ela lançou seu Acústico MTV, que comecei a dar mais atenção àquela voz. Para um moleque de 16 anos, nada mais confuso, e até vergonhoso, do que gostar de uma cantora que já cantava nos anos 60, e figurava na estante de discos dos pais. Preconceituoso, eu sei, mas é assim que pensa um adolescente buscando a aceitação social.

Gal Costa
Foto de Gabriel Rinaldi, para a Bravo! de dezembro

Não acompanhei muito de perto a carreira de Gal desde então, mas vira e mexe colocava alguma coisa dela pra ouvir. Quando ela lançou o disco Hoje, em 2005, eu pirei de verdade. Ouvi aquele disco até enjoar, e parti para buscar o resto da obra dela. Mas nossa relação sofreu um baque em 2007. No dia 7 de outubro daquele ano, ela faria um histórico show aqui em Juiz de Fora, no maravilhoso Cine-Theatro Central. Depois de esperar quase uma hora na fila em frente ao teatro, a surpresa: Gal cancelara a apresentação. As informações vinham truncadas, mas parecia que o contratante tinha dado o calote na cantora que, irritada, deixou a cidade de táxi (ela teria pago R$ 300,00 na corrida JF-Rio). Muito embora a culpa aparentemente não tenha sido de Gal, depois disso tomei birra dela, ainda mais porque a cantora nunca se pronunciou para os fãs sobre o ocorrido, e a história toda ficou carente de uma explicação oficial (sem contar as 50 pratas do ingresso, que nunca foram devolvidas). Mas confesso que esperava uma oportunidade para fazer as pazes com ela.

Caetano Veloso, por outro lado, me chamou a atenção bem mais tarde. Foi em 2006, quando ele lançou , disco que modernizou sua carreira e abriu meus olhos. Apesar de não ter pirado tanto com o disco especificamente, o lançamento fez com que eu ouvisse com atenção tudo o que Caetano faz, e admiro o cara cada vez mais desde então.

Gal Costa - Recanto

Conto isso tudo pra poder dizer que estou realmente ansioso para ouvir o fruto da parceria entre os dois no disco novo de Gal, Recanto, só com composições de Caetano (9 inéditas e 2 regravações), que chega às lojas na semana que vem. Se em e Zii e Zie Caetano flertava com o rock, aqui o compositor resolveu experimentar a música eletrônica, e achou que a voz de Gal encaixava melhor no conceito. Marcus Preto diz, na Folha de São Paulo de hoje, que Neguinho, primeira música de trabalho de Recanto, poderia estar facilmente no repertório de Lady Gaga. Tem como não esperar ansiosamente por isso?

Veja só a bela crítica que Preto escreveu para a Folha:

Caetano precisou de uma voz que não fosse a sua para seguir com suas experiências. Ele voltou a essa toada em 2006, quando compôs “Cê”, seu trabalho mais experimental desde 1972. E, sozinho, não conseguiria replicar o impacto que o álbum causou.

Foi então que planejou “Recanto”, com a melhor vocalista que teve na vida, Gal.

Ela estava, como ele antes de “Cê”, em fase de quase inércia. Se Caetano, em 2004, vinha de um CD em que cantava standards da música americana, ela saiu há pouco de uma série de trabalhos em que repetia velhos clássicos de Tom Jobim, de Caymmi, dela própria.

Ouvir Gal cantando melodias e letras tão arrojadas -e, mais que isso, levadas sobre arranjos eletrônicos distantes da caretice de seu passado recente- causa estrondo proporcional ao de “Cê”, em seu lançamento.

É álbum de ruptura, mesmo que Gal abandone essa praia depois de encerrada a temporada de shows. “Recanto” é um disco de Caetano, ambos assumem.

Mas é ingênuo comprar a ideia de que seja um trabalho em que Gal pudesse ser substituída por outra. Tanto que muitas das letras foram construídas especificamente para a história dela.

Caetano retoma temas recorrentes no cancioneiro que produziu para Gal no passado. Em “Autotune Autorerótico”, retoma a grandeza que só a voz dela lhe proporciona, “os caminhos que levam à grande beleza”.

O experimento e a tradição se misturam. Há samba de roda e funk carioca, música para a pista de dança e bossa nova, com piano de Daniel Jobim, neto de Tom Jobim.

Talvez os fãs mais “clássicos” de Gal não aprovem tanta ousadia – Caetano perdeu alguns desde “Cê”. Mas é necessário que ela se movimente. Que salte, mesmo sendo carregada. Caetano a convidou a, de novo, mudar o mundo. Ela foi, sem medo do tombo.

Aqui dá pra ouvir um trecho de Neguinho, e eu achei bem interessante (e bem a cara de Caetano):

Categoria: Música

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29/nov 2011

Resoluções para 2012

Minhas resoluções bloguísticas para 2012 envolvem basicamente encarar o ato de blogar como parte essencial da minha rotina. A ideia é encarar a blogagem como um compromisso tão importante quanto os outros que obrigatoriamente tenho na vida. Por isso, aí vão três mega resoluções que vão me ajudar a cumprir esta meta:

Ler mais
Em 2011 eu já li mais do que vinha lendo nos anos anteriores, mas ainda quero me dedicar um pouco mais aos livros. Além de ser material para as postagens, sempre que fico sem ler eu me sinto enferrujando. E como acho que já dou bastante atenção aos filmes e seriados, meu consumo cultural só fica um pouco a desejar mesmo nos livros. Com a participação no Desafio Literário, acredito que vou ter também um incentivo extra para aumentar meu hábito de leitura.

Blogar com tempo certo
Não, não pretendo me tornar um blogueiro em tempo integral nem nada do tipo. Simplesmente quero tornar o ato de blogar uma tarefa organizada. Minha intenção é reservar na minha agenda um espaço diário para me dedicar ao blog, junto às outras tarefas imprescindíveis. Acho que me mantendo organizado vou conseguir produzir mais em menos tempo. E as reflexões deste desafio têm ajudado bastante no sentido de me preparar para o ano que vem.

Learn to fly
Em 2012 não pretendo aprender a pilotar um avião. Mas, tirando isso, quero aprender sobre quase tudo. Pelo menos quase tudo que envolve escrever um blog. Quero me aprofundar em SEO, webwriting, WordPress, HTML 5, PHP e o que mais for necessário para manter esse blog um espaço sempre atualizado e gostoso de navegar.

Esqueci de dizer, mas este post é mais uma tarefa cumprida do Desafio 21 Dias. E agora só faltam duas tarefas para terminar.

Categoria: Bastidores

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29/nov 2011

Minhas metas para o blog em 2012

Na tarefa de hoje sábado do Desafio 21 Dias do Blosque, devemos listar os objetivos do blog para o ano que vem. A ideia é traçar metas para serem cumpridas pelo blog em 2012, e não esquecer delas. Vamos lá?

Volume de postagens
O meu objetivo principal para 2012 no blog é manter um volume mínimo de postagens. Minha ideia é postar pelo menos um texto todos os dias. É claro que isso envolve várias coisas, para que eu tenha assunto para postar coisas relevantes todos os dias. Assim, vou precisar me manter informado, e não deixar de consumir música, filmes, livros e séries que são, no fim das contas, a matéria-prima do blog.

SEO
Falei isso no post sobre os erros que cometi em 2011: preciso aprender mais sobre SEO ano que vem, e aplicar no blog. Esse é um objetivo claro para mim. Quero ler mais sobre o assunto, começar a usar as técnicas de SEO aqui. Aliás, quem tiver alguma dica de fonte de conhecimento sobre SEO, tô aceitando.

Redes sociais
Em 2012 pretendo utilizar mais as redes sociais para divulgar o blog. Por isso, um dos meus objetivos é lançar mão, principalmente, do Twitter e Facebook, como ferramentas do blog. Hoje em dia, as duas redes simplesmente replicam automaticamente um link para as novas postagens do blog. Pretendo alargar o uso delas, como forma de interação com os leitores e também veículo para informações extras.

Aumentar a interação
Neste tópico, abarco outros mini-objetivos que visam interagir mais de perto com meus leitores e outros blogs. Assim, quero comentar mais em blogs do mesmo nicho que o Fósforo, firmar parcerias com o propósito de melhorar a experiência de quem me visita e, esporadicamente, presentear meus leitores com sorteios e brindes. Também pretendo continuar participando de blogagens coletivas, como o próprio Desafio, o Meme Literário e o Desafio Literário.

Número de visitas
Este objetivo é o menos concreto de todos, até porque acredito que, cumprindo tudo certinho, esse aqui automaticamente vai dar resultados. Não vou estabelecer um número, mas vou trabalhar para aumentar o volume de visitas ao blog em 2012. Se eu conseguir manter o ritmo de 2011, em que todos os meses obtiveram mais visitantes que o anterior, já me sentirei realizado. Mas para ter uma métrica para conferir no fim do ano, será que é muito ousado esperar um aumento de 100% nas visitas?

Categoria: Bastidores

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28/nov 2011

Sonho de Consumo XIV – Box Toy Story

Quem quiser me dar de Natal…

Toy Story

São 10 discos, com os três Toy Story em DVD e Blu-Ray, e mais uma cagalhada de extras. E na Amazon custa só U$ 78.

Categoria: Cinema, Coisinhas, Sonho de Consumo

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27/nov 2011

Festival Primeiro Plano 2011 é essa semana

Esse post é, principalmente, para quem é de Juiz de Fora. Amanhã começa a décima edição do Primeiro Plano, o festival de cinema da minha cidade. Tenho uma relação bem próxima com o Primeiro Plano, não só porque já trabalhei na cobertura do festival (em 2006 ou 2007, eu acho), mas principalmente porque meu documentário foi exibido no Primeiro Plano de 2008. Nunca vou esquecer a emoção de ver o meu filme sendo exibido na telona do cinema.

Primeiro Plano 2011Motivos pessoais à parte, a verdade é que o Primeiro Plano é um festival bem bacana. Já vi alguns filmes muito bons graças a ele, como O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias, um dos meus filmes nacionais favoritos, e vários outros que não teria chance de ver fora do festival, já que nunca chegariam por aqui em circuito comercial. Além disso, é um incentivo e tanto para os realizadores da região, que dificilmente teriam a chance de ver seu primeiro filme exibido em uma tela de cinema de verdade (a mostra competitiva é exclusiva para o primeiro trabalho dos diretores).

O Primeiro Plano será realizado de amanhã, 28, até sábado, 3 de dezembro, com programação à tarde e à noite, no Cine Alameda (Rua Moraes e Castro, 300) e, o melhor, é tudo de graça. Me parece que para a abertura do Festival, amanhã, é preciso ter convite (eu recebi o meu pelo correio), mas nos outros dias é só pegar o ingresso no próprio Alameda. As mostras competitivas acontecem à tarde, e à noite tem as estreias de longas. A programação completa tem lá no site do festival, mas vou te contar quais são os longas exibidos em cada noite.

Segunda – A Hora e a Vez de Augusto Matraga (20h)

A Hora e a Vez de Augusto Matraga

De Vinícius Coimbra. Com João Miguel, Vanessa Gerbelli, José Wilker, Chico Anysio. Baseado no conto de Guimarães Rosa, o filme conta a história de Augusto Matraga, fazendeiro falido e violento que vive acima da lei no sertão de Minas Gerais. Em dificuldades ele cai numa emboscada que quase o leva à morte. Renascido, Matraga volta-se para a fé e o trabalho árduo em busca de redenção. Anos depois, chega na vila o rei do sertão, Joãozinho Bem-Bem, e seu bando de jagunços. Esta nova amizade atravessará seu destino. Dentro de Matraga, o santo e o guerreiro vão duelar até que chegue sua hora e sua vez.

Terça – Trabalhar Cansa (21h)

Trabalhar Cansa

De Juliana Rojas e Marco Dutra. Com Helena Albergaria, Marat Descartes, Naloana Lima, Marina Flores, Lilian Blanc. A jovem dona-de-casa Helena resolve realizar um desejo antigo e abrir seu primeiro empreendimento: um mini-mercado. Ela contrata a empregada doméstica Paula para tomar conta das tarefas do lar e de Vanessa, sua filha. Quando seu marido Otávio perde o emprego como gerente em uma grande corporação, as relações pessoais e de trabalho entre os três personagens sofrem uma inversão inesperada, ao mesmo tempo em que ocorrências perturbadoras passam a ameaçar os negócios de Helena.

Quarta – Malditos Cartunistas (21h)

Malditos Cartunistas

De Daniel Garcia e Daniel Paiva. O filme traça um panorama sobre a profissão de desenhista de humor no Brasil desde o Pasquim nos anos 60 até os dias de hoje.

Quinta – Estrada Para Ythaca (21h)

Estrada Para Ythaca

Do Coletivo Alumbramento.
“Mantenha sempre Ythaca em sua mente. Chegar lá é sua meta final,
Mas não tenha pressa na viagem.
Melhor que dure vários anos;
E ancore na ilha quando você estiver velho,
com todas as riquezas que você tiver adquirido no caminho,
sem esperar que Ythaca irá enriquecê-lo.
Ythaca terá lhe dado a linda viagem.
Sem ela você nunca teria partido,
E ela não poderia dar-lhe mais…
Tão sábio que serás, com todo conhecimento,
Já terás entendido o que significa Ythaca.”
Konstantínos Kaváfis

Sexta – Las Acacias (21h)

Las Acacias

De Pablo Giorgelli. Com German de Silva, Hebe Duarte, Nayra Calle Mamani. Rubén é um motorista de caminhão solitário que percorre há anos a estrada entre Assunção, no Paraguai, e Buenos Aires. Mas a viagem de hoje será diferente, pois em uma parada perto de Assunção, Jacinta aparece uma hora depois para começar uma viagem que também a levará a Buenos Aires. Rubén descobre que a pequena Anahí, de 8 meses, viajará com eles.

Sábado – Ibitipoca, Dropa Pra Lá (18h)

Ibitipoca, Dropa Pra Lá

De Felipe Scaldini. Ibitipoca, Droba Pra Lá é o retrato de um momento de transição, de um cotidiano que há tempos não é o mesmo. Uma transformação repentina de cenário impactou a vida dos moradores das pequenas comunidades no entorno da Serra do Ibitipoca. O documentário relata a ação do tempo na vida de importantes personagens inseridos nessa mudança.

Eu vou com certeza nos três primeiros dias. Nos outros dias não é tão certo por causa de outros compromissos. Mas quero muito ir. Depois te conto como foi. Ah, todas as sinopses e imagens foram devidamente chupinhadas do site do Primeiro Plano.

Categoria: Cinema

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25/nov 2011

O blog em balanço

Das tarefas propostas pela Nospheratt no Desafio 21 Dias, algumas são tarefas práticas, para colocar o blog em ordem, programar posts para o período das festas de fim de ano e deixar tudo tinindo para o ano que vem. Outras são tarefas mais reflexivas, e não menos importantes. A de hoje, por exemplo, é fazer um balanço do blog no ano que termina.

Já falei aqui que reiniciei minha vida blogueira de forma despretensiosa, lá em abril e, por isso, nunca pensei em ir muito longe com ela. No entanto, minhas expectativas foram mais que superadas. Nesses 8 meses blogando, conheci pessoas super bacanas, vi minha audiência crescer, e tenho recebido bastante retorno, de gente que leu o blog e conheceu algum filme, livro ou série, e gostou. Isso é muito recompensador, e já valeria todo o esforço para manter o blog.

Também já disse aqui que administrar um blog não é tarefa fácil. Mas antes de fazê-lo pela audiência, faço por mim mesmo. E devo confessar que vira e mexe me pego fuçando nos arquivos do blog, orgulhoso que só. Por isso posso dizer que sim, o blog atendeu totalmente às minhas expectativas esse ano, superando-as até.

Se eu estou satisfeito com o progresso do blog? Claro! Vejo minha audiência crescer quase esponecialmente a cada mês. E consigo ver minha evolução pessoal claramente. Sei que estou escrevendo mais e melhor, estou mais antenado, estou vendo mais filmes, lendo mais, ouvindo mais música. E isso se reflete aqui. Mais, se reflete no retorno que recebo dos leitores, totalmente inesperado e não planejado, mas nem por isso menos gratificante.

Categoria: Bastidores

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